Blogue acerca da terra, das pessoas, dos costumes e da História de PADORNELO, freguesia do concelho de Paredes de Coura, distrito de Viana do Castelo, publicado por JOFRE DE LIMA MONTEIRO ALVES.

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Sábado, 28 de Janeiro de 2006

PADRE CASIMIRO RODRIGUES DE SÁ: Abade de Padornelo, Cidadão de Coura

Padre CASIMIRO RODRIGUES DE SÁ, “o Abade de Padornelo” (Parada, 1873 + Bico, 1934) – Nas­ceu em S. Pedro Fins de Parada a 24 de Abril de 1873, filho legítimo de António Plácido Ro­drigues, natural de Padornelo, e de Rosa Clara de Sá, de Parada. Faleceu no lugar da Portela, freguesia de Bico, a 28 de Janeiro de 1934.

 

Habilitou-se para receber ordens sacras por processo de inquirição de genere a 16 de Novembro de 1889[1][1]; terminou o curso de Teologia do Seminário de Braga em 1894; redactor principal do JORNAL DE COURA, fundado a 1 de Dezembro de 1895 (1895-1896).

 

Ordenado presbítero em 1896; pároco da igreja matriz de S. Pedro de Vas­cões (1896-1899); pro­fessor interino da Escola Primária de Vascões (1896-1899); cura encomen­dado da igreja paroquial de S. Pedro Fins de Parada, em Julho de 1899 (1898-1901).

 

Fundador, admi­nistrador, redactor, editor, proprietário e director do jornal O CLAMOR DO POVO, fundado a 11 de Agosto de 1898 (1898-1899).

 

Articulista da imprensa regio­nal e nacional, nas colunas de A PALA­VRA, A VOZ PÚ­BLICA, O DEBATE (1919), A VOZ DE COURA, O MELGACENSE (Melgaço), O VA­LENCIANO (Valença), ECOS DO VEZ (Arcos de Val­devez), O EVOLUCIO­NISTA (Ponte da Barca), NOTÍCIAS DO LIMA (Ponte de Lima), O POVO, O MINHO, DISTRITO DE VIANA (todos os três de Viana do Cas­telo), O PRI­MEIRO DE JANEIRO (Porto), A DEFESA (Vila Nova de Gaia), A VOZ DE OU­RÉM, A ÉPOCA (Lisboa).

 

Abade colado da igreja matriz de Santa Marinha de Padornelo por decreto real de 24 de Dezembro de 1901 e carta de provi­são datada de 25 de Ja­neiro de 1902[2][2] (1902-1922); presi­dente da Junta de Paróquia de Padornelo (1902-1910).

 

Na companhia do padre Manuel José Pereira, de Padornelo, inicia uma volta à pé pelo distrito, passando por Vila Nova de Cerveira, Caminha, Vila Praia de Âncora, Viana do Castelo, Ponte de Lima, Ponte da Barca, Arcos de Valdevez, Monção, Valença do Minho e Paredes de Coura, sendo acompanhados em carro por Manuel Bento Dantas, de Padornelo (16 de Novembro de 1903).

 

Irmão da Irmandade da Santa Casa da Mi­sericórdia, admi­tido a 15 de Novembro de 1904 com n.º 101; mo­nárquico e mi­litante do Partido Regenerador; candidato não eleito às elei­ções autár­quicas de 6 de No­vembro de 1904

 

Publicou um artigo na edição no “Número de Homenagem à Memória do Dr. Albano Barreiros no 20.º Aniversário da Sua Morte (Homenagem do Atheneu Popular e da Redacção da Voz de Coura), inserido na edição n.º 123 do jornal A VOZ DE COURA, a 15 de Fevereiro de 1906.

 

Fundador e presidente da Comis­são Republi­cana Municipal de Paredes de Coura do Partido Republicano Português, a 20 de Junho de 1906 (1906-1912); candidato não eleito a deputado às Cortes dos Deputados pelo círculo eleitoral de Viana do Castelo na lista do Partido Repu­blicano Portu­guês, obtendo 93 votos em Paredes de Coura nas eleições nacionais de 19 de Agosto de 1906.

 

 Publicou um artigo de homenagem ao Conselheiro Miguel Dantas na edição n.º 171 do jornal A VOZ DE COURA, a 8 de Junho de 1907; candidato não eleito às Cortes dos Deputados nas eleições de Agosto de 1910.

 

Presidente da Comis­são Ad­minis­trativa da Câmara Mu­nicipal de Paredes de Coura, empos­sado a 7 de Outubro de 1910; administrador do concelho de Paredes de Coura desde Outubro de 1910 (1910-1912); deputado na Assembleia Na­cional Cons­tituinte a 28 de Maio de 1911; deputado na Câmara dos Deputados (1911-1917).

 

Mem­bro do Partido Republicano Evolucionista (1912-1917); vogal su­plente da Junta Central di­rectiva do Partido Republicano Evolucionista (Março de 1915); fundador e diri­gente nacional do Partido Centrista Republi­cano (Outubro de 1917) [3]; Go­verna­dor Civil do Distrito de Viana do Castelo de 13 de De­zembro de 1917 a 9 de Feve­reiro de 1918.

 

Verea­dor da Câmara Municipal de Paredes de Coura (1918); alferes capelão militar voluntário do Corpo Expedicioná­rio Português em França na 1.ª Guerra Mun­dial desde Setembro de 1918 a Julho de 1919.

 

Vogal do 1.º Cír­culo da Comissão de Revisão dos Livros dos Usos e Costumes das Freguesias do Arci­prestado de Coura (Abril de 1920); pre­sidente da Comissão Paroquial de Padornelo da Obra de Auxílio aos Semi­nários (1920); Procu­rador à Junta Geral do Distrito de Viana do Cas­telo (1921).

 

Pároco da igreja matriz de S. João Baptista de Bico desde Agosto de 1922; vogal da Comissão Au­xiliar Representativa em Coura do Grémio do Minho (1925); Presidente da Comissão Ad­ministrativa da Câmara Municipal de Paredes de Coura de 12 de Agosto de 1926 até 2 de Março 1927; presidente da Comissão de Assistência Concelhia, nomeado a 4 de Novembro de 1926 (1926-1927).

 

Foi exonerado a seu pedido das funções de presidente da Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Paredes de Coura a 17 de Fevereiro de 1927, por alvará do Governo Civil do Distrito de Viana do Castelo; membro da Comissão de Honra para o Monumento a Miguel Dantas (1932).



[1] ADB, Processos de Inquirição de Genere, proc. n.º 32954, pasta n.º 1464.

                                              

[2] ANTT, Registo Geral de Mercês, D. Carlos, liv. 15, fl. 160.

                                                                                              

[3] Medina, João de, História de Portugal: Dos Tempos Pré-históricos aos Nossos Dias, Lisboa, Ediclube, 1993, p. 299.

O padre Casimiro Rodrigues de Sá foi abade de Padornelo durante 20 anos, entre 1902 e 1922.

publicado por Jofre de Lima Monteiro Alves às 00:37
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Sexta-feira, 27 de Janeiro de 2006

Pessoas da Minha Terra: Abílio António de Sá

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Abílio António de Sá 

ABÍLIO ANTÓNIO DE SÁ (Brasil, 1889 + Padornelo, 1971) Nasceu na freguesia de Estação do Retiro, município de Juiz de Fora, Estado de Minas Gerais, Brasil em 1889, filho de Seve­rino António de Sá, de Padornelo, e de Joana Rosa Rodrigues, de Insalde, lavradores, mo­radores em Cima de Vila, lugar da freguesia de Padornelo. Casou na Conservatória do Registo Civil de Paredes de Coura a 25 de Abril de 1917, com Maria de Jesus Barbosa (1894+1976), filha de Secundino Antó­nio Barbosa e de Joaquina Rosa Fernandes, comerciantes, do lugar das Portelas, freguesia de Padornelo. Faleceu em Padornelo a 27 de Janeiro de 1971.

 

Foi secretário da Junta de Freguesia de Padornelo (1928-1930; 1935; 1948-1950); vogal da direcção do Grémio da Lavoura, composta ainda pelos seguintes elementos: presidente Américo José Barbosa; tesoureiro Emídio José da Cunha; secretário José Maria da Cunha Barbosa; vogal António J. Gomes, empossados a 1 de Novembro de 1949.

 

Presi­dente da Junta de Freguesia de Padornelo, para o mandato de 1951-1953, con­juntamente com o secretário Silvino de Lima e o tesoureiro António Luís de Araújo, empossados a 2 de Janeiro de 1951.

 

[Fotografia: gentileza de Fernando Abílio de Sá e Silva].

publicado por Jofre de Lima Monteiro Alves às 04:59
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Quarta-feira, 25 de Janeiro de 2006

Eleições Presidenciais em Padornelo

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Temas:
publicado por Jofre de Lima Monteiro Alves às 10:49
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Quinta-feira, 5 de Janeiro de 2006

Padornelo venceu o I Festival da Canção Courense

Numa organização da Associação Cultural Recreativa Desportiva de Paredes de Coura, realizou-se no dia 29 de Dezembro de 2005 pelas 22h no Centro Cultural de Paredes de Coura, o I FESTIVAL DA CANÇÃO COURENSE.

 

Registou-se a participação da Associação Cultural de Padornelo, de dois jovens músicos da freguesia de Castanheira, dos Idosos do Centro de Dia de Vascões, e do Grupo de Jovens de Parada e Padornelo. O Grupo de Jovens de Parada e Padornelo foi o vencedor com a canção "Em Dezembro".

 

CANÇÃO VENCEDORA

 

"EM DEZEMBRO"

Letra e música de Carla Lima,

Interpretada pelos Jovens de Parada e Padornelo

 

Em Dezembro reunimos os amigos pró Natal.

Em Dezembro embrulhamos num abraço o coração.

E a lareira sempre acesa,

Não se pode apagar,

E à mesa, tão caseira,

Há sempre mais um lugar.

Em Dezembro os caminhos trazem os filhos à Terra.

Em Dezembro procuramos o cheiro da nossa Serra.

E a porta sempre aberta,

Para quem está a chegar,

E os braços estendidos,

Não se cansam de abraçar.

Em Dezembro escrevemos novas formas de amar.

Em Dezembro inventamos sentimentos para rimar.

E o lápis sempre pronto,

Para todos perdoar,

E o coração aquecido,

Pela força do cantar.

E haverá melhor presente do que esta canção courense, cantada para vós?

No compasso da alegria, das eiras, do rio, do vira, da alma de todos vós.

 

No mesmo evento a Associação Cultural Recreativa e Desportiva de Padornelo apresentou a seguinte cantiga, com o título "EM PADORNELO", letra e música de Carla Lima:

 

Refrão:

 

Na nossa terra,

Ai, aqui há alegria,

Quem duvidar,

Venha cá passar um dia.

Na nossa terra,

Há sempre animação,

É a viola,

O acordeão,

É o bater do meu,

Do teu coração.

 

Em Padornelo, há poetas e pastores,

Há carpinteiro, alunos e professores.

Há quem conheça o que é a capicua,

E há quem diga que é possível ler a lua.

 

Em Padornelo, há muitos comerciantes,

Há operários e vendedores ambulantes.

Há quem ainda não conheça este dinheiro,

E há quem diga “está tão mal o mealheiro.

 

Em Padornelo, há de Cristo seguidores,

E p'rá sueca ainda há jogadores.

Há quem conheça de cor todos os sermões,

E há quem diga que se aposta a feijões.

 

Em Padornelo, há os doentes da bola,

E as senhoras fazem crochet, camisola.

Há quem conheça os nomes do campeonato,

E há quem diga "tanta bola já estou farto".

 

Em Padornelo, há muito para contar,

Certos "passetes" que nem dá p'ra acreditar.

Há quem conheça a vida de toda a gente,

E há quem diga “mesmo assim estou bem contente. 

  


Grupo de Jovens de Padornelo e Parada. [Gentileza de Eduardo Daniel Cerqueira].


Associação Cultural de Padornelo. [Gentileza de Eduardo Daniel Cerqueira].

publicado por Jofre de Lima Monteiro Alves às 17:51
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