Blogue acerca da terra, das pessoas, dos costumes e da História de PADORNELO, freguesia do concelho de Paredes de Coura, distrito de Viana do Castelo, publicado por JOFRE DE LIMA MONTEIRO ALVES.

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Sábado, 24 de Fevereiro de 2007

DOMINGO GORDO NA ACRDP III

Padornelo, animação musical proporcionada pelas concertinas de Abel Lima, de Padornelo, e Carlos Alves, de Mozelos, no Entrudo 2007 

Animação musical proporcionada pelas concertinas de Abel Lima, de Padornelo, e Carlos Alves, de Mozelos, no Domingo Gordo, 18 de Fevereiro de 2007, na Associação Cultural Recreativa e Desportiva de Padornelo. [Fotografia: gentileza de Fernando Abílio de Sá e Silva].

publicado por Jofre de Lima Monteiro Alves às 08:00
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Sexta-feira, 23 de Fevereiro de 2007

DOMINGO GORDO NA ACRDP II

Padornelo, Os Paquímetros, vencedores do concurso destinado aos mais crescidos no Entrudo 2007

“Os Parquímetros”, vencedores do concurso de Entrudo, destinado aos mais crescidos, realizado no Domingo Gordo, 18 de Fevereiro de 2007, na Associação Cultural Recreativa e Desportiva de Padornelo. [Fotografia: gentileza de Fernando Abílio de Sá e Silva].

 

publicado por Jofre de Lima Monteiro Alves às 08:00
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Quinta-feira, 22 de Fevereiro de 2007

DOMINGO GORDO NA ACRDP

Padornelo: Hugo e Andreia Barbosa , vencedores do concurso de fantasia , escalão infantil

Hugo e Andreia Barbosa, os vencedores do concurso de fantasia de Entrudo, no escalão infantil, realizado no Domingo Gordo, na Associação Cultural Recreativa e Desportiva de Padornelo. [Fotografia: gentileza de Fernando Abílio de Sá e Silva].

 

publicado por Jofre de Lima Monteiro Alves às 10:10
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Quarta-feira, 21 de Fevereiro de 2007

JUNTA VAI MELHORAR CAMINHOS DA CHOUSA E DA CORTIÇA

    A fim de delinear o futuro da freguesia no ano que agora corre, a Assembleia de Freguesia de Padornelo reuniu nos últimos dias do mês de Dezembro para discutir e aprovar o plano de actividades.

 

    Em causa estão, não significativas novidades ou novos projectos, mas uma continuação daquilo que, até agora, o corpo gerente vem considerando importante para a freguesia. Liderados por Luísa Sá, os vários membros derem o seu parecer à proposta elaborada, completando-a naquilo que à partida pudesse trazer algum benefício mais imediato.

 

    Com efeito, programadas estão para este ano beneficiações em vários acessos da freguesia. O caminho da Chousa e o caminho da Cortiça aparecem entre aqueles que, brevemente, terão cara lavada, porém, a seu tempo, outras intervenções advindas de necessidades correntes serão efectuadas.

 

    No sector cultural e desportivo, é desejo da Junta liderada por Amâncio Barbosa continuar com o apoio prestado à Associação Cultural e a associações desportivas. A construção dos balneários anexos ao polidesportivo, prevê-se, será também concluída.

 

    No domínio social, a Junta continuará também a prestar apoio às instituições que, na freguesia, se encarregam dos mais necessitados, numa tentativa de melhorar a qualidade de vida da população maioritariamente idosa.

 

    É apenas como fio condutor, onde outras necessidades surgidas poderão ser acrescentadas, que a Junta de Freguesia encara este plano. Porém, confessam, “a época não é de bonança e o orçamento disponível está bastante aquém daquilo que desejaríamos realizar”.

 

    O sentido prático dita, contudo, que a selecção seja rigorosa, colocando-se acima de tudo os mais imediatos interesses da população da freguesia em geral. Outras pequenas intervenções, como a beneficiação de nascentes, caixas de distribuição de água e tanques públicos, serão levados a cabo.

 

    A protecção dos contentores de lixo, para evitar transtornos maiores em dias de tempestade, bem como a beneficiação do cemitério local, serão igualmente uma realidade.

 

    No final, o plano foi aprovado por unanimidade, encaminhando bem o objectivo da Junta de Freguesia.

 

Maria João Cunha

 

Notícia do jornal NOTÍCIAS DE COURA, edição n.º 89, de 20 de Fevereiro de 2007, página 8.

 

Temas:
publicado por Jofre de Lima Monteiro Alves às 16:17
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Terça-feira, 20 de Fevereiro de 2007

CONCURSO DE FOTOGRAFIA DA ACRDP: “UM OLHAR SOBRE PADORNELO”

    A dinâmica Associação Cultural Recreativa e Desportiva de Padornelo vai realizar um importante concurso livre de fotografia denominado “Um Olhar Sobre Padornelo”.

 

    Este interessante acontecimento cultural, tem como objectivo divulgar os aspectos fundamentais ligados aos acontecimentos históricos, culturais, humanísticos e naturais da nossa aprazível localidade, e pretende, deste modo, estimular e enaltecer a sensibilidade artística dos concorrentes, para além de alicerçar o amor e dedicação à freguesia.

 

    O concurso abrange somente fotografias a cores, uma opção limitativa, na medida em que os grandes fotógrafos da actualidade usam preferencialmente a fotografia a preto-e-branco, como é sabido, pela sua elevada qualidade estética, e tem as seguintes divisão temática:

 

a) – Monumentos civis e/ou religiosos de Padornelo;

b) – Paisagem rural de Padornelo;

c) – Pessoas de Padornelo;

d) – Usos, costumes e tradições de Padornelo.

 

    Os eventuais interessados, que esperamos e desejámos, sejam muitos, deverão enviar as suas fotografias para a seguinte morada:

 

Associação Cultural Recreativa e Desportiva de Padornelo

Concurso Fotográfico “Um Olhar Sobre Padornelo“

Lugar da Valinha

4940 – 413 Padornelo

 

    O prazo para as inscrições decorre de 12 de Fevereiro a 12 de Março de 2007.

 

   Todos os trabalhos admitidos a concurso estarão patentes numa exposição a realizar na sede social da A.C.R.D.P., a decorrer de 18 de Março a 1 de Abril de 2007.

 

    Os resultados finais do concurso e os vencedores serão divulgados no dia 17 de Março de 2007, sendo posteriormente divulgados na imprensa e neste blogue PADORNELO (Padornelo.blogs.sapo.pt).

 

publicado por Jofre de Lima Monteiro Alves às 05:00
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Domingo, 18 de Fevereiro de 2007

CONFRARIA DA SENHORA DAS ANGÚSTIAS

    A Confraria da Senhora das Angústias teve imensa dificuldade em formar a respectiva direcção, na medida em que todos os elementos indigitados para ocupar o lugar de tesoureiro, pediram sempre escusa em assumir tais funções, alegando diversos motivos.

 

    Tal facto causou algum impasse administrativo, na medida em que a posse está determinada estatutariamente para ocorrer em Janeiro de cada ano. As diversas reuniões e diligências efectuadas para desbloquear o impasse, resultaram sempre infrutíferas, o que causou alguma apreensão.

 

    Por fim, e recentemente, o senhor Porfírio Varajão, do lugar de Cima de Vila, aceitou e assumiu o honroso e exaustivo encargo de ser tesoureiro da Confraria da Senhora das Angústias.

 

    Tal atitude, garante a realização da próxima festividade em honra de Nossa Senhora das Angústias, que todos os anos decorre na Carvalheira das Angústias, desde a sua institucionalização por acção do grande benemérito que foi José Narciso Monteiro, no já longínquo ano de 1912.

 

 

publicado por Jofre de Lima Monteiro Alves às 08:00
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Sexta-feira, 16 de Fevereiro de 2007

ALMOÇO DA ASSOCIAÇÃO CULTURAL

    No próximo domingo, dia 18 de Fevereiro de 2007, pelas 13 horas, a Associação Cultural Recreativa e Desportiva de Padornelo realiza um lauto almoço, do qual consta como prato principal o Cozido à Portuguesa.

 

    Este acontecimento insere-se nos festejos do Domingo Gordo, e promete ser mais um bonito e interessante convívio. Os sócios da associação pagam oito euros (8€), e os nãos sócios 10 euros.

 

    No final da refeição haverá um concurso de máscaras, que se espera ser divertido. Aqueles que pretendam participar, podem fazer a respectiva inscrição através do número 961.678.365.

 

publicado por Jofre de Lima Monteiro Alves às 18:45
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Quinta-feira, 15 de Fevereiro de 2007

NECROLOGIA RELATIVA A 2006 EM PADORNELO

 

QUADRO NECROLÓGICO DE PADORNELO RELATIVO A 2006

Feminino

Masculino

Total de óbitos

Longevidade

Longevidade média do concelho

5

5

10

83, 2 anos

77, 4 anos

 

    Da análise do quadro acima, sobressaem alguns dados a ter em conta. Os óbitos registados foram repartidos de forma equitativa pelos dois sexos, tendo falecido cinco homens e cinco mulheres naturais de Padornelo, ocorrência que nem sempre sucedeu na freguesia. A longevidade média dos padornelenses falecidos foi de 83, 2 anos de vida, superior e em contraste com a média concelhia (77, a anos).

 

    Na impossibilidade de citar todos os falecidos, destaque para dois. Gracinda Barbosa, “a Gracinda da Frida”, que faleceu aos 101 anos de idade, a 6 de Março de 2006, e a minha Santa Mãe, Silvina de Jesus Barbosa de Lima, natural de Padornelo, que exalou o último suspiro em Valença, a 25 de Julho do ano transacto. A todos, o eterno e merecido descanso.

 

Temas:
publicado por Jofre de Lima Monteiro Alves às 18:00
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Quarta-feira, 14 de Fevereiro de 2007

Resultado do Referendo em Padornelo

    Depois de analisar o resultado concelhio da votação no referendo de 11 de Fevereiro de 2007, vamos agora deitar um breve olhar pela votação da freguesia de Padornelo, e por comparação, com algumas povoações do concelho.

 

    Por exemplo, em comparação com a freguesia de Resende, que tem quase o mesmo número de eleitores recenseados (451 em Padornelo, 448 em Resende), fazemos a seguinte leitura. Em Resende a assiduidade às urnas foi maior, tendo votado lá 31,2% dos eleitores contra 27,7 na nossa freguesia. Numa e noutra freguesia somente se registou um voto em branco, e em nenhuma delas houve qualquer voto nulo.

 

    O “sim”, obviamente, perdeu nas duas freguesias, embora, com resultados distintos, ao alcançar 47,1% dos votos expressos em Resende, contra 32,8 em Padornelo. Assim, e por consequência, o “não” ganhou nas urnas, ao alcançar entre nós a expressiva votação de 66,4% em oposição aos 52,1% em Resende, um diferencial de 15 pontos percentuais.

 

    No que concerne à abstenção, esta foi mais significativa em Padornelo (72,3%), contra 68,8% em Resende. Isto significa que 326 eleitores padornelenses não se deram sequer ao trabalho de votar..., talvez sinal dum profundo desinteresse que acolheu os espíritos sobre esta questão, não querendo expressar qualquer posição nesta delicada pendência social.

 

    Aliás, Padornelo ficou abaixo da média concelhia de votantes, pois ao todo foram às urnas tão-só 29,6% dos potenciais votos nas 21 freguesias do concelho, ao invés dos já referidos 27,7% resultantes aqui. Mas o fenómeno foi generalizado, pois observámos que algumas mesas eleitorais tiveram, ainda, maior abstenção do que a registada em Padornelo (72,3%): Insalde (80,3%), Rubiães (79,9%), Bico (78,8%), Castanheira (78,7%), Cossourado (75,6%), Ferreira (75,1%), e Cunha (74,2%).

 

     Num meio tido e referenciado como conservador nos usos e costumes, o “sim” a favor da despenalização atingiu resultados absolutos e surpreendentes em algumas freguesias: Cossourado (56,7%), Paredes de Coura (56, 4), Formariz (51%), e Rubiães (50,4%). Poderemos ainda citar mais alguns resultados positivos, próximos da vitória, tais como os ocorridos nas Porreiras (47,6%), em Mozelos (47,1%), e em Resende (47,1%).

 

    Nas restantes freguesias que constituem a unidade paroquial anexa, votaram em Parada somente 32,7% dos eleitores e em Mozelos foram às urnas 32,3%, de qualquer forma, mais do que em Padornelo. Desta maneira o “não” acolheu em Mozelos a preferência de 50,0% dos votantes, contra 47,1% votos afirmativos, e 2.8% dos votos nulos e brancos.

 

    Em Parada as urnas ditaram estes resultados: 80,9% no “não”, 16,3% no “sim”, e 2,7% de votos nulos e brancos. Com este resultado, Parada foi a localidade onde a negação à liberalização do antigo e vernáculo desmancho atingiu maior expressividade do concelho.

 

     

    Se excluirmos os votos nulos, a percentagem calculada sobre os votos validamente expressos em Padornelo, pouco muda: a opção “sim” recolheu 33, 1%, e o “não” somou 66, 9%.

 

    Em conclusão: quase ninguém quis votar, pois em cada 10 recenseados, sete primaram pela ausência, dois votaram na opção “não”, e o eleitor sobejante optou pelo “sim”. Como diria o outro, o povo votou, está votado.

                                                 

VOTAÇÃO EM PADORNELO          

Inscritos

Votantes

%

Brancos

%

Nulos

SIM

%

NÃO

%

451

125

27,7

1

0,8

0

41

32,8

83

66,4

 

VOTAÇÃO EM PADORNELO, PARADA E MOZELOS                           

Freguesia

Inscritos

Votantes

%

Brancos e Nulos %

Sim %

Não %

Padornelo

451

125

27,7

0,8

32,8

66,4

Parada

336

110

32,7

2,7

16,3

80,9

Mozelos

328

106

32,3

2,8

47,1

50

 

Temas:
publicado por Jofre de Lima Monteiro Alves às 17:17
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Terça-feira, 13 de Fevereiro de 2007

Lugar da Bazanca

Padornelo, imagem digital por satélite do lugar da Bazanca, em Janeiro de 2007.

 

publicado por Jofre de Lima Monteiro Alves às 06:22
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Segunda-feira, 12 de Fevereiro de 2007

Resultado do Referendo em Paredes de Coura

 Vamos analisar sumariamente o resultado do referendo sobre a despenalização da interrupção voluntária da gravidez no concelho de Paredes de Coura, e, por comparação, também no distrito.

 

O primeiro destaque vai para a elevada taxa de abstenção em Paredes de Coura, com 70, 5 %, somente superada nos Arcos de Valdevez (72, 4%), e em Melgaço (75, 1%).

 

Em contrapartida, Ponte de Lima foi onde se registou a mais baixa taxa de abstenção, com um aceitável nível de participação: 49, 9% dos eleitores não votaram. Seguem-se por ordem de grandeza, Viana do Castelo (54, 3% de abstenções), e Caminha (58, 2%).

 

O “sim” venceu de maneira extraordinária e clarividente no concelho de Caminha, a excepção em todo o distrito, com 54, 3% de boletins favoráveis nas urnas. Valença (48, 1%) e Vila Nova de Cerveira (47, 2), foram as localidades onde o “sim” esteve mais próximo duma vitória.

 

O “não” venceu de maneira expressiva nos concelhos de Ponte de Lima (77, 3%); Ponte da Barca (66, 8%), e nos Arcos de Valdevez (60, 9%). E, claro, por oposição foi aqui que o “sim” apresentou o seu pior expoente, com resultados abaixo de 40%: Ponte de Lima (22, 6%); Ponte da Barca (33, 1%), e nos Arcos de Valdevez (39%).

 

Em comparação com o referendo de 1998, os votos no “sim” representam em Paredes de Coura um grande crescimento, com o aumento de 18 pontos percentuais, que passou de 23, 1% para os actuais 41, 4%. A abstenção em Paredes de Coura pouco diminuiu, passando de 74, 7 para 70, 5%.

 

Paredes de

Coura

1998

2006

Sim

Não

Abstenção

Sim

Não

Abstenção

23, 1%

76, 8%

74, 7%

41,4%

58,5%

70, 5

 

 

Temas:
publicado por Jofre de Lima Monteiro Alves às 19:03
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Quarta-feira, 7 de Fevereiro de 2007

AGENDA CHEIA DA ASSOCIAÇÃO

    A Associação Cultural Recreativa e Desportiva de Padornelo propõe para o dia 18 de Fevereiro, um Domingo Gordo em cheio, convidando todos os sócios e amigos a inscreverem-se no almoço e / ou a participarem no baile, desfile e concurso de máscaras que preencherão a tarde.

 

    As iniciativas decorrerão na sede da Associação, sendo que o almoço, agendado para as 12.30 horas, ao preço de dez euros (sócios), oito euros (não sócios) e cinco euros (9 aos 13 anos), constará de um apetecível Cozido à Portuguesa e será seguido de baile.

 

    Já no que se refere ao desfile e concurso de máscaras, haverá prémios monetários para os três melhores mascarados ou disfarçados, na categoria de adultos e outros prémios para as crianças.

 

    Por outro, no próximo mês de Março, a Associação comemora o seu vigésimo aniversário. Para já, avança-se com o regulamento do Concurso de Fotografia, apelando-se à participação de todos os entusiastas desta técnica que também é uma arte.

 

    Ainda pela Associação, no dia 20 de Janeiro, a colectividade ofereceu um bilhete de cinema a todas as crianças e adolescentes da freguesia que se mostraram interessados no filma “Rapaz-Formiga”, exibido no Centro Cultural de Paredes de Coura.

 

    O grupo foi até à vila acompanhado por alguns responsáveis desta colectividade, que aposta, deste modo, na diversificação da sua oferta.

 

Jorge Lima

Joana Pereira

 

Notícia do jornal NOTÍCIAS DE COURA, edição n.º 88, de 6 de Fevereiro de 2007, página 9

 

 

publicado por Jofre de Lima Monteiro Alves às 17:40
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O ESTADO DAS ESTRADAS

    As obras do saneamento já terminaram nos Tojais e na estrada de Sigo. O resultado ficou muito aquém das expectativas. O que até agora eram buracos, passaram a ser lombas. A estrada contínua perigosa e desconfortável para quem a usa.

 

    Em alguns locais, o remendo já parece apresentar sinais de degradação. Não sabemos se a obra já está concluída definitivamente ou se a estrada vai levar novo tapete de alcatrão.

 

    Numa destas noites os sinos da igreja do Ecce Homo tocaram. Várias pessoas acordaram e temeram que algo de mal tivesse acontecido, por causa dos sinos estarem a tocar àquela hora mas, felizmente, foi apenas uma pequena avaria.

 

    Os sinos são eléctricos e uma infiltração de água fez com que eles tocassem.

 

Jorge Lima

Joana Pereira

 

Notícia do jornal NOTÍCIAS DE COURA, edição n.º 88, de 6 de Fevereiro de 2007, página 9

 

 

 

Temas:
publicado por Jofre de Lima Monteiro Alves às 17:30
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A VIDA MADRASTA DE ZÉ SAPATEIRO

    Outrora conhecido sapateiro e tamanqueiro da freguesia de Padornelo, José Luís Sá é ainda hoje uma lenda viva por aquelas paragens. A vida não lhe poupou a luta incessante, nem mesmo depois de tantos anos de labuta.

 

    Homem ágil, habituado ao trabalho árduo, viu-lhe serem amputadas, num período de seis anos, as duas pernas. Não foi fácil mas, como sempre lhe ensinaram, e soube ensinar, continua a ser persistente.

 

    É com carinho que o filho, Joaquim Sá, conhecido atleta do nosso concelho, fala dos tempos em que, miúdo ainda, ajudava os pais no trabalho da oficina. “Tinha seis anos quando comecei a trabalhar com ele e só larguei quando fui para a tropa. Sempre fui muito chegado ao meu pai e com ele aprendi o que sei hoje”, confessa.

 

    A oficina era junto da histórica capela de Ecce Homo e ao por ali passarem, miúdos e graúdos paravam para dar dois dedos de conversa com o senhor Zé Sapateiro. Nunca até aí a vida lhe havia sorrido.

 

    Criança ainda perdeu pai e mãe, sendo criado por uma tia e pelo padrinho, padre, que lhe ensinou as primeiras letras. Não foi à escola, mas diz quem o conhece bem que “é um homem esperto como só ele”.

 

    “Quando eu e os meus irmãos estudávamos, o meu pai tinha muita curiosidade em ler os livros da nossa instrução. Não teve grande escola, mas era muito interessado em aprender”, afirma Joaquim Sá.

 

    Quando a vida parecia finalmente dar-lhe motivos para sorrir, já que os filhos estavam criados e as preocupações escasseavam, foi-lhe diagnosticado um problema de circulação grave, que ditaria a amputação das duas pernas.

 

    “Não foi nada fácil para ele, porque era um homem habituado à luta e certamente nunca lhe havia passado pela cabeça uma resignação assim”. Não foi fácil, mas com o amor e carinho dos incansáveis filhos, noras, genros e netos, ultrapassou o pior.

 

    Actualmente, apesar das inevitáveis dificuldades inerentes à sua condição, é um homem conformado com o que a vida lhe deu, agradecido, acima de tudo.

 

    A felicidade busca-a no conforto de ter sempre ao seu lado aqueles que ama.

 

Maria João Cunha

 

Notícia do jornal NOTÍCIAS DE COURA, edição n.º 88, de 6 de Fevereiro de 2007, página 9

 

http://www.noticiasdecoura.com/index.php?pag=noticia_detalhes&recordID=1693

 

 

publicado por Jofre de Lima Monteiro Alves às 17:23
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Terça-feira, 6 de Fevereiro de 2007

CONCURSO FOTOGRÁFICO EM PADORNELO

CONCURSO FOTOGRÁFICO

“UM OLHAR SOBRE PADORNELO"

 

Regulamento

 

Art.º 1 – Disposições Gerais

 

1 – O Concurso Fotográfico “Um olhar sobre Padornelo” tem como objectivos divulgar aspectos históricos, culturais, humanos e naturais da freguesia de Padornelo e estimular e valorizar a sensibilidade e a perícia dos concorrentes-fotógrafos.

 

Art.º 2 – Condições de Participação

 

1 – Só podem participar neste concurso fotógrafos amadores.

 

2 – O concurso abrange somente fotografias a cores, versando obrigatoriamente um ou alguns dos seguintes temas:

a) – Monumentos civis e/ou religiosos de Padornelo;

b) – Paisagem rural de Padornelo;

c) – Pessoas de Padornelo;

d) – Usos, costumes e tradições de Padornelo.

 

3 – Cada participante pode concorrer com o mínimo de três e o máximo de seis fotografias, com o formato de 25cm X 20cm;

 

4 – Serão aceites fotografias analógicas e digitais, desde que impressas em papel fotográfico e com a melhor resolução possível;

 

5 – Cada fotografia deve trazer uma legenda que servirá como referência na sua leitura;

 

6 – Todos os trabalhos ficarão como pertença da A.C.R.D.P., que poderá utilizá-los, com indicação do respectivo autor, sem implicação de quaisquer contrapartidas;

 

7 – Ao enviarem os seus trabalhos, os participantes declaram-se autores de facto e asseguram que os direitos de terceiros, nomeadamente os das pessoas retratadas, não interferem com uma eventual exposição e/ou publicação.

 

8 – Todos os trabalhos integrarão uma exposição que terá lugar na sede da A.C.R.D.P., a decorrer de 18 de Março a 1 de Abril de 2007.

 

9 – Os resultados do concurso serão divulgados no dia 17 de Março de 2007, sendo posteriormente divulgados na imprensa e no blogue “Padornelo.blogs.sapo.pt”, do padornelense Jofre de Lima Monteiro Alves.

 

Art.º 3 – Inscrições

 

1 – As fichas de inscrição podem ser solicitados na sede da A.C.R.D.P. ou pelo e-mail acrdpadornelo@hotmail.com.

 

2 – As fotografias devem ser identificadas com um pseudónimo e acompanhadas por um outro envelope, fechado, que contenha a Ficha de Inscrição;

 

3 – As inscrições decorrem de 12 de Fevereiro a 12 de Março de 2007;

 

4– As fotografias podem ser enviadas para seguinte morada:

 

Associação Cultural Recreativa e Desportiva de Padornelo

Concurso Fotográfico “ Um Olhar Sobre Padornelo “

Valinha

4940 – 413 Padornelo


Art. 4 – Composição do Júri

 

1 – Ao Júri, composto por cinco membros, competirá avaliar e classificar os trabalhos apresentados, sendo as suas decisões soberanas.

 

Art. 5 – Prémios

           

1 – Serão premiados os autores das três melhores fotografias apresentadas a concurso;

 

2 – Todos os participantes receberão um certificado de participação;

 

3 – Os prémios serão entregues numa cerimónia a realizar no dia 18 de Março de 2007 na sede da Associação.

 

Art. 6 – Disposições finais

 

1 – O incumprimento de qualquer uma das condições estabelecidas neste regulamento pode representar a não admissão de fotografias a concurso.

 

2 – Nos aspectos e casos omissos no presente regulamento será considerada a decisão da organização.

 

 

Padornelo, 30 de Janeiro de 2007

 

Associação C. R. D. de Padornelo

 

 

publicado por Jofre de Lima Monteiro Alves às 16:36
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Quinta-feira, 1 de Fevereiro de 2007

RIFONEIRO DE COURA: a Sabedoria Popular - XI: FEVEREIRO

    O calendário não pára na sua marcha inexorável, rumo a um tempo que o homem teima em querer controlar, numa vã luta contra-relógio, mas o tempo foge como a espuma e areia na maré baixa. Vamos a caminho do segundo mês, mais uma página que se volta.

 

    Há muito que fazer, pois desta feita o mês tem somente 28 ou 29 dias, caso seja comum ou bissexto. Nos currais o gado vacum que acabou de parir é sustentado a seco, com feno, palha e água de farinha e nascem também os bacorinhos primaveris. Nos campos é preciso concluir a limpeza dos matos, e a aplicação de estrumes fosfatados. A partir da segunda quinzena, inicia-se a enxertia dalgumas árvores, pereiras e macieiras.

 

    Enquanto se faz isto tudo e muito mais, vamos ver as origens deste mês, que pese embora seja hoje o segundo, já ocupou o décimo e último lugar no primitivo calendário romano reformado por Numa Pompílio.

 

    A mitologia romana tinha uma divindade, Febro, encarregue de zelar pelo descanso dos mortos e pelos enfermos, a quem se dedicava uma festividade, cujos rituais se denominavam februare, purificar. Portanto, februarius era o «mês da purificação», altura em que se celebrava a festa da expiação, a februorum, as «festas religiosas de expiação e purificação».

 

    Nessa ocasião faziam-se sacrifícios noctívagos à luz de tochas em honra dos mortos, sendo encerrados os demais templos doutros deuses. Não pela importância primordial do deus Febro, mas pelo respeito e culto dos entes falecidos, esse sim, um conceito venerado e arreigado. Já diz o povo na sua milenar sabedoria: «dos mortos dizei sempre bem, aos mortos façais sempre o bem».

 

    Mas para realçar a tal importâncias das «februa», convém lembrar que a sua suma importância resultava também do facto de serem as solenidades que assinalavam o fim de ano, altura ideal para se fazerem as necessárias purificações redentoras de todos os males que por fraqueza humana se cometiam ao longo do ano. Aliás, festejos convenientes e similares ainda seriam de grande utilidade hoje em dia...

 

    Caio Júlio César (100 a. C + 44 a. C), o famoso general e estadista romano, quando reformou o calendário achou por bem transferir o mês de Fevereiro do último lugar para o segundo mês, e retirou-lhe um dia que acrescentou ao seu próprio mês, Julius, «Julho».

 

    Mais tarde, outro dia lhe foi retirado, desta feita para acrescer ao mês de Agosto, assim chamado em homenagem ao imperador Caio Júlio César Octávio Augusto. E por causa desta ambição alheia, ficou diminuído em dois dias o mês de Fevereiro.

 

    Aquela divindade, Febro, está igualmente na origem da sua designação noutras línguas: Février em francês, Febrero em castelhano, Febrer em catalão, Febreiro em galego, Febbraio em italiano, Frivaghju na Córsega, Frearzu no dialecto da Sardenha, February em inglês, Februar em alemão, dinamarquês e norueguês, e Februari em sueco.

 

    Agora vamos aos ditos populares acerca deste mês, expressão quase inalterável do saber geracional, parte relevante da nossa cultura popular.

 

A água de Fevereiro mata o onzeneiro.

 

A caça da ria em Fevereiro caga para o espingardeiro.

 

A castanha e o besugo em Fevereiro não tem sumo.

 

A Fevereiro e ao rapaz perdoa-se quanto faz, desde que o Fevereiro não seja secalhão, nem o rapaz ladrão.

 

Água de Fevereiro enche o celeiro.

 

Aveia de Fevereiro enche o celeiro.

 

Chuva de Fevereiro mata o onzeneiro.

 

Chuva de Fevereiro vale um estrumeiro.

 

Em Fevereiro cada sulco seu regueiro.

 

Em Fevereiro chega-te ao fumeiro.

 

Em Fevereiro chuva, em Agosto uva.

 

Em Fevereiro deixa a fonte e vai ao ribeiro.

 

Em Fevereiro enche a velha o fumeiro.

 

Em Fevereiro entra o sol em qualquer regueiro.

 

Em Fevereiro larga a fonte e vai ao ribeiro.

 

Em Fevereiro mete o teu obreiro.

 

Em Fevereiro neve e frio, é de esperar calor no estio.

 

Em Fevereiro quer-se o rio cheio.

 

Em Fevereiro sobe ao outeiro, se vires verdejar põe-te a chorar, se vires a terrear, põe-te a cantar.

 

Em Fevereiro sobe ao outeiro; se vires o trigo luzir, põe-te a rir; se o vires verdejar, põe-te a chorar.

 

Fevereiro a ferreiro não leva dinheiro.

 

Fevereiro afoga a mãe no ribeiro.

 

Fevereiro com as suas feveretas.

 

Fevereiro couveiro faz a perdiz ao poleiro.

 

Fevereiro coxo, em seus dias vinte e oito.

 

Fevereiro da maldição, quando tem ferro não tem carvão.

 

Fevereiro engana as velhas no soalheiro.

 

Fevereiro enganou a mãe ao soalheiro.

 

Fevereiro enxuto rói mais que todos os ratos do mundo.

 

Fevereiro faz dia e logo Santa Maria.

 

Fevereiro feveroso, Março escavernoso, Abril ventoso e Maio remeloso fazem o ano formoso.

 

Fevereiro grãozeiro.

 

Fevereiro não quer mulher ao soalheiro.

 

Fevereiro quente não vejas tu nem o teu parente.

 

Fevereiro quente trás o Diabo no ventre.

 

Fevereiro quer-se o rio cheio.

 

Fevereiro recouveiro afaz a perdiz ao poleiro.

 

Fevereiro, fêveras de frio e não de linho.

 

Fevereiro, o mais curto mês e menos cortês.

 

Fevereiro, rego cheio.

 

Inverno que não vem em Janeiro, vem dois em Fevereiro.

 

Janeiro e Fevereiro enchem e vazam o celeiro.

 

Janeiro geoso, Fevereiro nevoso, Março mulinhoso, Abril chuvoso e Maio ventoso, fazem o ano formoso.

 

Lá vem Fevereiro, que leva a ovelha e o carneiro.

 

Não chovendo em Fevereiro, não há bom prado nem bom colmeiro.

 

Neve de Fevereiro, presságio de mau celeiro.

 

Neve em Fevereiro não faz bom celeiro.

 

O Fevereiro mata a mãe no ribeiro.

 

O mês de Janeiro e Fevereiro, ou enche ou vaza o espigueiro.

 

Os bons dias em Janeiro vêm-se a pagar em Fevereiro.

 

Para parte de Fevereiro guarda lenha no quinteiro.

 

Quando não chove em Fevereiro, muito mau é para o celeiro.

 

Quando não chove em Fevereiro, não há bom prado nem bom centeio.

 

Quando não chove em Fevereiro, nem bom centeio nem bom lameiro.

 

Quando não chove em Fevereiro, nem bom prado nem bom centeio.

 

Quando não chove em Fevereiro, nem prados nem centeio.

 

Quer no começo, quer no fundo, em Fevereiro vem o Entrudo.

 

Se queres ser bom grãozeiro, semeia-o em Fevereiro.

 

Sou Fevereiro, mês dos temporais; destruo casas e rebento portais.

 

 

 

publicado por Jofre de Lima Monteiro Alves às 12:00
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