Blogue acerca da terra, das pessoas, dos costumes e da História de PADORNELO, freguesia do concelho de Paredes de Coura, distrito de Viana do Castelo, publicado por JOFRE DE LIMA MONTEIRO ALVES.

.Capela das Angústias

.Capela do Ecce Homo

.Capela do Amparo

.Capela de Santiago

.Igreja de Santa Marinha

.Correio Electrónico

Contacto via jofrealves@sapo.pt

.Os Meus Blogues

.Junho 2017

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
17
18
19
20
21
23
24
26
27
28
29
30

.Artigos Recentes

. MARCHAS POPULARES EM PADO...

. FESTA DE SÃO JOÃO 2017

. FESTA DAS ANGÚSTIAS 2017

. FALECEU A SENHORA ANA ROD...

. FALECEU A SENHORA ERMEZIN...

. LIMITES DA FREGUESIA DE P...

. CONCERTO DO ORFEÃO ARCIPR...

. ERGUER DA BANDEIRA NAS AN...

. LIMITES DA FREGUESIA DE P...

. BOTIRÃO DE DEITAR NO RIO ...

.Arquivos

. Junho 2017

. Maio 2017

. Abril 2017

. Março 2017

. Fevereiro 2017

. Janeiro 2017

. Dezembro 2016

. Novembro 2016

. Outubro 2016

. Setembro 2016

. Agosto 2016

. Julho 2016

. Junho 2016

. Maio 2016

. Abril 2016

. Março 2016

. Fevereiro 2016

. Janeiro 2016

. Dezembro 2015

. Novembro 2015

. Outubro 2015

. Setembro 2015

. Agosto 2015

. Julho 2015

. Junho 2015

. Maio 2015

. Abril 2015

. Março 2015

. Fevereiro 2015

. Janeiro 2015

. Dezembro 2014

. Novembro 2014

. Outubro 2014

. Setembro 2014

. Agosto 2014

. Julho 2014

. Junho 2014

. Maio 2014

. Abril 2014

. Março 2014

. Fevereiro 2014

. Janeiro 2014

. Dezembro 2013

. Novembro 2013

. Outubro 2013

. Setembro 2013

. Agosto 2013

. Julho 2013

. Junho 2013

. Maio 2013

. Abril 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Janeiro 2013

. Dezembro 2012

. Novembro 2012

. Outubro 2012

. Setembro 2012

. Agosto 2012

. Julho 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Abril 2012

. Março 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Novembro 2011

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Agosto 2011

. Julho 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Agosto 2010

. Julho 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Fevereiro 2010

. Janeiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Outubro 2009

. Setembro 2009

. Agosto 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Fevereiro 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Outubro 2008

. Setembro 2008

. Agosto 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Abril 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Janeiro 2008

. Dezembro 2007

. Novembro 2007

. Outubro 2007

. Setembro 2007

. Agosto 2007

. Julho 2007

. Junho 2007

. Maio 2007

. Abril 2007

. Março 2007

. Fevereiro 2007

. Janeiro 2007

. Dezembro 2006

. Novembro 2006

. Outubro 2006

. Setembro 2006

. Agosto 2006

. Julho 2006

. Junho 2006

. Maio 2006

. Abril 2006

. Março 2006

. Fevereiro 2006

. Janeiro 2006

. Dezembro 2005

. Novembro 2005

. Outubro 2005

. Setembro 2005

. Agosto 2005

. Julho 2005

. Junho 2005

. Maio 2005

. Abril 2005

. Março 2005

.Temas

. todas as tags

.LIGAÇÕES


.subscrever feeds

blogs SAPO
Estou no Blog.com.pt
Segunda-feira, 31 de Agosto de 2009

CANCIONEIRO POPULAR DO MINHO 1

 

A água no monte nasce,
Por copos de vidro desce;
Nem a água torna à fonte
Nem o meu amor me esquece.
 
 
Abre-me a porta morena,
Que estou com os pés na geada,
Se não me abres a porta
Não és morena nem nada.
 
 
Abre-te janela abre,
Se te abres para o bem;
Se te abres para penas
Meu coração penas tem.
 
 
A cana verde me disse
Se eu queria ir com ela;
Vai-te embora cana verde
Que eu não deixo a minha terra.
 
 
A candeia por estar alta
Não deixa de alumiar;
O meu amor por estar longe
Não deixa de me falar.

Padornelo: capela da Casa de Senrelas

publicado por Jofre de Lima Monteiro Alves às 08:34
Regressar ao Topo | Comentar | Adicionar aos favoritos
|
Domingo, 16 de Agosto de 2009

A PADROEIRA DE PADORNELO: QUEM FOI SANTA MARINHA

Santa Marinha

 

    Hoje vamos falar da nossa padroeira, que toda gente sabe ser Santa Marinha, mas poucos saberão quem foi. A vida de Santa Marinha é fabulosa e questionável, como aliás a de todos os santos, santinhos e mártires da primitiva Igreja e até no nome divergem.
               
    Alguns afirmam que o seu verdadeiro nome seria Margarida ou até Santa Pelágia, mas tamanha confusão de identificação deve-se ao seu martírio em tudo similar às das referidas santas. Naqueles tempos a imaginação e as vidas lendárias corriam livremente a toda brida por terras de França e Aragança, daí esta profusa confusão.
                  
    Santa Margarida de Antioquia, cuja vida lendária e fabulosa decorre nos séculos III, era uma formosa filha dum pagão de má catadura, mas fora educada na fé cristã por amparos e meneios de uma ama.
                  
    Estando noiva dum alto funcionário do Estado, Olíbrio de sua graça, daqueles noivados cozinhados como então se faziam, recusou-se obstinadamente a casar para não abjurar da sua fé, nem sacrificar o tálamo virginal.
 
    Não consta que o pai da menina tenha dito a famosa lengalenga, mais a condizer com eras posteriores:
Ela cabras guardou,
Sebes saltou,
Se em alguma se espetou
E a quereis assim como é,
Assim vo-la dou.
                                                                             
    Naqueles tempos bárbaros, recusar casório equivalia a uma sentença de morte, e a pobrezinha foi submetida a tratos de polé, sendo depois decapitada. Mas a sua segunda e definitiva morte ocorreu séculos depois quando o seu nome e devoção foram retirados a mata-cavalos do santoral romano por se duvidar a sua existência. Mas estas coisas não fazem duvidar um cristão, nem causam dor de alma.
                       
    Santa Marinha de Antioquia, a nossa santinha, nascera nos idos séculos III ou IV, tanto monta, segundo reza a lenda, lá para os lados misteriosos e longínquos dos gentios de Antioquia, que era a capital da província romana da Síria, abrangia então uma porção da Turquia meridional, ali no Médio Oriente, uma importante urbe da Antiguidade.
                                          
    Um dia a prendada mocinha, filha das melhores famílias, lindíssima e airosa, mas recatada e pudica, viu-se cercada por uma horda da soldadesca imperial de Roma, uns sacripantas.
      
    Para evitar o ultraje contra a sua fé, mas acima de tudo contra a sua pureza virginal, antes a morte que tal sorte, num ai-jesus atirou-se do alto das muralhas, embora haja quem jure que foi do telhado da sua casa.
 
    Mas a história assim não tem gracinha nenhuma, desenxabida de todo. Para garantir a eternidade dos altares e a sublime glória do Pai Eterno é preciso milagre de truz, que as coisas do divino diferem do temporal.
                                       
    Quando Santa Marinha de Antioquia se atirou muralha abaixo, caiu num fosso onde estava um dragão, não o animal mitológico, mas o próprio mafarrico, chifrudo, a cheirar a enxofre, artimanhas que o diacho, aquela cousa-má, usa para enganar as almas distraídas.
                    
    Porém a nossa miraculosa serva de Deus, armada da fé, duma cruz e duma espada, certamente tirada a um soldado, venceu e derrotou o demónio. Não enfadará saber que escapou ao demónio, mas caiu nas vis garras do governador romano, criaturo infame que se chamava, enfim, Olíbrio, de sobrolho carregado, a cujas mãos padeceu martírios sem conta e cruel morte. Seja como for, assim ou assado, ganhou a merecida palma de martírio, de santa e castíssima virgem.
               
    A sua representação iconográfica conhece algumas variáveis, com atributos distintos. Por vezes é representada com uma palma de martírio numa mão e a espada mata-dragões na outra, embora nas versões mais elaboradas aparece-nos a cravar uma cruz na bocarra do dragão, ou até arrastando o hediondo animal, trazendo-o cingido pelo seu cinto de castidade. Na cabeça, para além da auréola de santidade, traz uma coroa de pérolas, e por vezes empunhava também uma tocha e uns ferranchos, aparelhos da sua tortura.
                 
    O seu culto foi de grande importância para o povo gemebundo doutras eras, fazendo parte do número dos 14 santos auxiliares da Santa Madre Igreja. Teve uma fervorosa popularidade, duradoira e intensa durante a Idade Média, progressivamente a resfriar quando acabaram as trevas medievais.
                     
    Por isso mesmo pode-se afirmar, sem receio de contraditório, que são antiquíssimas as paróquias das quais é padroeira, porque a sua veneração já não é moderna.
                             
    No território da arquidiocese de Braga o seu culto está documentado desde o século IX, e, seguramente, a sua introdução foi muito anterior, para refazer a alma dos devotos com orações. No distrito bracarense Santa Marinha é orago de vinte e três freguesias.
 
    No Alto Minho serve de evocação e patrono, o sino a tanger aleluias nas freguesias de Agrela (Caminha), Anais (Ponte de Lima), Arcozelo (Ponte de Lima), Gave (Melgaço), Linhares (Paredes de Coura), Loivo (Vila Nova de Cerveira), Moreira de Geraz do Lima (Viana do Castelo), Padornelo (Paredes de Coura), Proselo (Arcos de Valdevez), Roussas (Melgaço), Taião (Valença), Verdoejo (Valença) e Vila Praia de Âncora (antiga Gontinhães, em Caminha).
                
    Por esta vastíssima devoção se vê a antiquíssima força do seu culto, por entre trombetas e clareiras lumiadas do céu, do qual somente não encontra ecos nos concelhos de Monção e Ponte da Barca.
                 
    É venerada de levante a poente em Julho, no mesmo mês e ao lado de São Teodorico, Santo Atanásio, Santa Pulquéria, São Procópio, beato D. Frei Bartolomeu dos Mártires, Santa Praxedes, São Sinfrónio, Santo Teodulo, São Pantaleão e Santo Inocêncio, porque venerável que se preze não usa nome vulgar.
 
    E pronto, aqui ficou a história lendária e miraculosa da nossa santinha, padroeira de Santa Marinha de Padornelo. Como o artigo está enorme, maior que o manto de Nossa Senhora, noutra ocasião se falará de mais algumas Santas Marinhas que também têm lugar devocional nos altares.

Altar-mor da igreja de Santa Marinha de Padornelo na década de 1950

publicado por Jofre de Lima Monteiro Alves às 00:45
Regressar ao Topo | Comentar | Adicionar aos favoritos
|
Domingo, 9 de Agosto de 2009

A ORIGEM DOS NOMES DA NOSSA TERRA - I

 

ALÉM DO RIO – Topónimo composto por dois elementos, sendo o primeiro elemento adverbial que exige a referência, neste caso, a rio. Sentido evidente à localização do lugar, para além do ribeiro dos Brunheiros.
 
O mesmo local é também conhecido como Porto de Várzea. Bastante vulgar no Norte português, encontra-se igualmente, por exemplo, na freguesia de Vilar do Monte (Ponte de Lima).
 
Temas:
publicado por Jofre de Lima Monteiro Alves às 18:35
Regressar ao Topo | Comentar | Ver comentários (1) | Adicionar aos favoritos
|
Quarta-feira, 5 de Agosto de 2009

FESTAS DO CONCELHO DE PAREDES DE COURA 2009

 

7 DE AGOSTO DE 2009, SEXTA-FEIRA
9h00 – Salva de Morteiros;
 
Arruada pelos Grupos de Bombos e Zés-Pereiras de Paredes de Coura:
Ø Figueiras na Rua – Rubiães;
Ø Os Amigos da Farra – Padornelo;
Ø Amigos da Música – Coura;
 
10h00 – Abertura da Exposição de Trabalhos da Escola de Bordados da Câmara Municipal de Paredes de Coura;
 
12h00 – Concentração dos Grupos de Bombos e Zés-Pereiras (Largo do Visconde de Mozelos);
 
19h00 – Despedida dos Grupos de Bombos e Zés-Pereiras (Largo do Visconde de Mozelos);
 
22h00 – Actuação dos Grupos Musicais (Largo de Hintze Ribeiro):
Ø Kalhambeke – Formariz;
Ø Junior’s – Porreiras;
 
1h00 – Fogo-de-artifício.
 
 
8 DE AGOSTO DE 2009, SÁBADO
8h45 – Salva de Morteiros;
 
9h00 – Entrada dos Grupos de Bombos e Zés-Pereiras (Largo do Visconde de Mozelos):
Ø Unidos da Paródia – Amarante;
Ø Amigos da Borga – Fafe;
Ø Os Completos – São Simão – Amarante;
Ø Os Delaenses – V. N. de Famalicão;
Ø Bombos de Santo André – Amarante;
 
10h00 – Concurso Pecuário (Parque Municipal de Leilões);
 
12h00 – Espectáculo do Ribombar dos Grupos de Bombos e Zés-Pereiras (Largo do Visconde de Mozelos);
 
14h30 – Entrada das Bandas de Música (Largo do Visconde de Mozelos):
Ø Banda Musical de Melres – Gondomar;
Ø Banda Filarmónica de Amares;
 
16h30 – Cortejo Etnográfico, pelas ruas Dr. Albano Barreiros, Dr. Narciso Alves da Cunha, 25 de Abril, Dr. Bernardino António Gomes, Combatentes da Travanca, Pereira da Cunha e Conselheiro Miguel Dantas;
 
17h30 – Corrida de Cavalos “Passo Travado” (Rua do Dr. José Gomes Moreira);
 
18h30 – Despedida dos Grupos de Bombos e Zés-Pereiras (Largo do Visconde de Mozelos);
 
19h00 – Missa Vespertina com Sermão a Santo António (Igreja Matriz);
 
22h00 – Verbena Popular (Largo de 5 de Outubro);
Ø Grupo Midnes;
 
0h30 – Despedida das Bandas de Música (Largo do Visconde de Mozelos);
 
1h00 – Fogo-de-artifício.
 
 
9 DE AGOSTO DE 2009, DOMINGO
8h45 – Salva de Morteiros;
 
9h00 – Entrada das Bandas de Música:
Ø S. Tiago de Lobão – Santa Maria da Feira;
Ø Cabeceirense – Cabeceiras de Basto;
 
11h00 – Missa e Sermão em Honra de Nossa Senhora das Dores, solenizada pelo Grupo Coral Paroquial de Santa Maria de Paredes (Igreja Matriz);
 
16h00 – Entrada da fanfarra (junto ao Quartel Dr. Afonso Viana);
Ø Fanfarra dos Bombeiros Voluntários de Vila das Aves;
 
17h30 – Imponente Procissão (Saída da Igreja Matriz, rua do Dr. Bernardino António Gomes, Largo de 5 de Outubro, rua do Conselheiro Miguel Dantas, rua dos Heróis do Ultramar e regresso à Igreja Matriz);
 
18h30 – Despedida da Fanfarra (Largo do Visconde de Mozelos);
 
20h00 – Despedida das Bandas de Música (Largo do Visconde de Mozelos);
 
22h00 – Festival Nacional de Folclore (Largo de Hintze Ribeiro):
Ø Rancho Folclórico de Dem – Caminha;
Ø Grupo Folclórico de Castelo de Neiva – Viana do Castelo;
Ø Rusga Típica da Correlhã – Ponte de Lima;
Ø Rancho Folclórico e Etnográfico de Ponte da Barca;
Ø Rancho Folclórico do Alto Coura–Vascões – Paredes de Coura;
 
22h30 – Baile (Largo de 5 de Outubro):
Ø Orquestra Microsson;
 
1:00 Fogo-de-artifício.
 
 
10 DE AGOSTO DE 2009, SEGUNDA-FEIRA, FERIADO MUNICIPAL
8h45 – Salva de Morteiros;
 
9h00 – Entrada dos Grupos de Bombos e Zés-Pereirasde Paredes de Coura:
Ø Figueiras na Rua – Rubiães;
Ø Os Amigos da Farra – Padornelo;
Ø Amigos da Música – Coura;
 
9h15 – Hastear Solene da Bandeira (Largo do Visconde de Mozelos);
 
10h30 – Missa em Honra de São Lourenço, comemorativa dos Combates da Travanca (Cerdeira – Cunha);
 
15h00 – Sessão Solene Evocativa do Dia do Concelho (Salão Nobre dos Paços do Município);
 
18h00 – Troféu “Geminação”(Campo de Jogos do S. C. C):
Ø S. C. Courense X “Selecção de Cenon”;
 
22h00 – Festival Internacional de Folclore (Largo de Hintze Ribeiro):
Ø KUD "Nikola Tesla" – Sérvia;
Ø Delegación "Nuestras Raices" – Argentina;
Ø Arantzarte Dantza Taldea – Espanha;
Ø Rancho Folclórico da A. C. D. R. de Rubiães – Paredes de Coura;
 
22h30 – Animação Musical e Baile (Largo de 5 de Outubro):
Ø Grupo Império Show;
 
1h00 – Fogo-de-artifício e encerramento das Festas do Concelho 2009.
Temas:
publicado por Jofre de Lima Monteiro Alves às 09:09
Regressar ao Topo | Comentar | Adicionar aos favoritos
|
Sábado, 1 de Agosto de 2009

FALECEU A JÚLIA BARBOSA

 Júlia Rosa Barbosa

    Ontem, dia 31 de Julho de 2009, faleceu a Júlia Rosa Barbosa, de 92 anos de idade, natural da freguesia de Padornelo, onde era moradora no lugar de Porto de Várzea de Além Rio.
 
    Nascera a 12 de Fevereiro de 1917, filha natural de Francisca Barbosa e casara na igreja matriz de Santa Marinha de Padornelo a 26 de Março de 1959 com Jorge Monteiro Alves, por cujo casamento foram pais de Fernando Orlando Barbosa Alves e avós de Luísa Ferreira Alves.
 
    Era cunhada de Alfredino Alves Monteiro, Ilídio Monteiro Alves, Sérgio Monteiro Alves e de Ermelinda Adelaide Monteiro Alves.
 
    O seu corpo esteve em câmara ardente na capela de Nossa Senhora das Angústias, sendo sepultado no cemitério público de Padornelo no dia 1 de Agosto de 2009.
publicado por Jofre de Lima Monteiro Alves às 23:59
Regressar ao Topo | Comentar | Adicionar aos favoritos
|