Blogue acerca da terra, das pessoas, dos costumes e da História de PADORNELO, freguesia do concelho de Paredes de Coura, distrito de Viana do Castelo, publicado por JOFRE DE LIMA MONTEIRO ALVES.

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Segunda-feira, 17 de Outubro de 2011

FALECEU GASPAR DA SILVA MACHADO

    No passado dia 5 de Outubro de 2011, na freguesia de São José de São Lázaro, cidade de Braga, faleceu o senhor Gaspar Florindo de Ascensão Guilherme da Silva Machado, o Gasparinho, de 96 anos de idade.

 

    Nascera na freguesia e vila de Paredes de Coura a 1 de Junho de 1915, último filho de José Guilherme da Silva Machado, natural de Paredes de Coura, comerciante e proprietário, e de D. Rosa Emília da Silva, natural de Padornelo; neto pela via paterna de Francisco António da Silva Machado, comerciante, natural de Parada de Gatim, freguesia do concelho de Vila Verde, e de D. Apolónia Rosa Pereira Machado, costureira, natural da vila de Arcos de Valdevez; neto materno de José Luís da Silva, natural da vila de Paredes de Coura, e de D. Francisca Rosa Pereira da Cunha, natural de Padornelo.

 

    Era irmão de Alfredo José da Silva Machado Júnior, D. Maria do Coração de Jesus da Silva Machado Pereira, D. Olívia da Silva Machado de Barros Barbosa, Franquelim da Silva Machado, Adriano da Silva Machado, D. Venusina da Silva Machado, António da Silva Machado, Arnaldo da Silva Machado e D. Hirundina Maria da Silva Machado.

 

    Casou em Vila Praia de Âncora, a 25 de Agosto de 1956, com D. Fernanda de Castro Fernandes de Araújo e Rego, professora primária na freguesia de Cunha, filha do professor Joaquim José Afonso do Rego e de D. Maria de Jesus Fernandes de Araújo.

 

    Gaspar da Silva Machado foi comerciante, vogal da Direcção da Juventude Operária Católica de Paredes de Coura, vogal substituto da Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Paredes de Coura, membro da Comissão Municipal e figura muito estimada do nosso meio.

 

    Estava, por laços de sangue, profundamente ligado à nossa freguesia na medida em que a mãe e avó materna e, por essa linha, os demais ascendentes, eram todos naturais de Padornelo, conforme se pode verificar na árvore de costados anexa, embora, devido à sua longevidade, haja pouca lembrança dessa ligação familiar, tanto mais que sua mãe nascera há 132 anos na Casa da Eira Velha.

 

Árvore de Costados de Gaspar da Silva Machado

Próprio

Pais

Avós

Bisavós

Gaspar Florindo de Ascensão Guilherme

da Silva Machado

 

* Paredes de Coura 1915

 

+ Braga 2011

José Guilherme da Silva Machado

 

* Paredes de Coura 1870

 

+ Paredes de Coura 1947

Francisco António da Silva Machado

 

* Parada de Gatim 1820

 

+ Paredes de Coura 1892

Custódio Machado

 

Parada de Gatim, Vila Verde

Maria Rosa da Silva

D. Apolónia Rosa Pereira Machado

 

* Arcos de Valdevez 1828

 

+ Paredes de Coura 1906

Domingos José Pereira

 

Arcos de Valdevez

Maria Joaquina da Rocha

D. Rosa Emília da Silva

 

* Padornelo 1879

 

+ Paredes de Coura 1953

José Luís da Silva

 

* Paredes de Coura

 

+ Padornelo 1900

Manuel António da Silva

 

Lamamá, Paredes de Coura

Teresa Rodrigues

 

 

D. Francisca Rosa Pereira da Cunha

 

* Padornelo

 

+ Padornelo 1906

Francisco Joaquim Pereira da Cunha

 

* Padornelo 1779

 

+ Padornelo 1860

D. Catarina Joaquina da Cunha

 

* Padornelo

 

publicado por Jofre de Lima Monteiro Alves às 09:00
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Domingo, 10 de Outubro de 2010

FRANCISCO DA CUNHA, ABADE DE PADORNELO

    Francisco da Cunha Barbosa nasceu na freguesia de Santa Maria de Paredes, no então concelho de Coura, ali pelo ano de 1583, filho dilecto de Gaspar Bar­bosa de Caldas, da mesma freguesia, e de D. Juliana da Cunha Pereira, da freguesia de Cunha, neto pela via paterna de António Mendes de Caldas e de D. Leonor Barbosa, neto materno do padre Sebastião da Cunha e de D. Maria Enes Pereira.

 

    Nascido em berço de ouro, o sangue visigótico refulge aos golfões, teve irmãos de admiráveis talentos e recursos que reluz em todos, contando glórias desde a primeira puerícia: Sebastião da Cunha Barbosa, cavaleiro da Ordem de Cristo, sargento-mor da Comarca de Viana Foz do Lima, governador da praça militar de Vila Nova de Cerveira e Senhor da “Casa Grande”; Gaspar Barbosa da Cunha, capitão de Ordenanças, Senhor da “Quinta do Vale”, em Loivo, Vila Nova de Cerveira, pelo seu casamento; Frutuoso Barbosa da Cunha, Senhor da “Casa do Covelo”, em Ferreira; padre Marcos Barbosa da Cunha, abade da Igreja de São João de Bico.

 

    Certamente afeiçoado aos prazeres da inteligência e do coração, estudou primeiras letras e tomou ordem de presbítero em 1605, circunvagava os olhos, de olho fino, em busca duma proveitosa abadia, aviada de vitualhas. Vai ser despachado abade colado de patena e cálice na paroquial Igreja de Santa Marinha de Padornelo em 1617, onde veio substituir o abade Manuel Fernandes de Figueiredo e o padre João Gonçalves Pereira, cura coadjutor. Abastado de teres e haveres adequados à prosápia fidalga, foi Senhor da “Quinta de Requião”, neste rincão do Paraíso.

 

    O abade Francisco da Cunha, como geralmente assinava, deixou diversos filhos neste vale de lágrimas, nascidos em duas mulheres, naturalmente por fraqueza humana, incapaz de domar a luxúria venal. Naquele tempo não era despautério absurdo, nem tão-pouco levantava poeira escandalosa ou se quebrava a vara da lei férrea no lombo pecaminoso.

 

    Para o caso nem vale a pena sequer citar a prole, a não ser aquela que deixou como herdeira, pese embora alguns dos demais tenham sido cinco réis de gente. Do ventre fecundo duma Isabel Fernandes, da freguesia de Ferreira, por entre os vapores da caçarola donde amancebava o padre, pois o refego do estômago tem destas coisas, teve a filha Maria Fernandes da Cunha, que, na qualidade de herdada, foi 2.ª Senhora da “Quinta de Requião”, em Padornelo, casada e com geração. 

 

    Faleceu em Padornelo e foi ao encontro do Pai do Céu a 10 de Outubro de 1647, faz agora 363 anos, depois de ter paroquiado a Igreja de Santa Marinha durante trinta anos, a curar interesses próprios e dos paroquianos, certamente por entre respeito e veneração dos povos sofredores de génio conformado, que o vício não derrancara.

 

    Para o leitor interessado e sem ânimo enfastiado nas coisas dos fabulários das genealogias, vai em anexo a árvore de costados do padre Francisco da Cunha, a cruzar os avoengos, num concerto de nomes notáveis como a orquestra florestal de passarinhos, grilos e cigarras.

 

Árvore de Costados do Padre Francisco da Cunha Barbosa

Próprio

Pais

Avós

Bisavós

Francisco da Cunha Barbosa

 

* Paredes de Coura 1583

 

+ Padornelo 1647

 

Abade de Padornelo

1617 - 1647

Gaspar Bar­bosa de Caldas

 

* Paredes de Coura

1560

 

+ Paredes de Coura 1626 

António Mendes de Caldas

 

* Paredes de Coura 1525 

Gaspar Mendes de Antas

 

* Cunha 1485 

D. Inês de Faria de Caldas

 

* Vascões 1500

D. Leonor Barbosa

 

* Paredes de Coura 1530 

António Barbosa

 

* Paredes de Coura 1490

 

D. Maria Vaz de Castro

 

* Paredes de Coura  1500

D. Juliana da Cunha Pereira

 

* Cunha 1562

 

+ Paredes de Coura 1633

Padre Sebastião da Cunha

 

* Cunha

Francisco da Cunha

 

* Cunha

D. Maria de Antas de Passos

 

* Cunha

D. Maria Enes Pereira

 

* Sopo, Vila Nova de Cerveira

Padre Gonçalo Pereira

 

* Bertiandos, Ponte de Lima

 

 

publicado por Jofre de Lima Monteiro Alves às 09:00
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Sexta-feira, 31 de Outubro de 2008

Genealogia da CASA DO CRUZEIRO, nos Tojais

I – DOMINGOS LOPES ALVES GUIMARÃES, filho legítimo de António Lopes e de Joana Alves, nasceu em 1775 em Santa Maria do Salto, freguesia do concelho de Montalegre, comarca de Chaves, distrito de Vila Real.

Faleceu nos Tojais, lugar da freguesia de Padornelo, a 13 de Maio de 1840.

Foi comerciante estabelecido no Lugar da Feira, freguesia de Paredes de Coura (1805 a 1809); comerciante nos Tojais, Padornelo (1809 a 1840); 1.º Senhor da Casa do Cruzeiro, em Padornelo.

Casa do Cruzeiro, nos Tojais, PadorneloCasou em 1806 com Joana Maria da Cunha, natural da vila e freguesia de Paredes de Coura, filha legítima de Bernardino António Pereira da Cunha, de Paredes de Coura, e de sua mulher Maria Josefa Calheiros de Faro, da freguesia de S. Vicente de Castelões, bispado de Tui, reino da Galiza. Filhos:

1 – Padre João Baptista Lopes Alves Guimarães, nasceu no lugar da Feira, freguesia de Paredes de Coura, a 18 de Abril de 1807.

Faleceu no lugar dos Tojais, Padornelo, a 11 de Setembro de 1832.

Foi clérigo menorista, tendo-se habilitado para receber ordens sacras de presbítero a 30 de Março de 1821[1].

2 – D. Sebastiana Rosa Lopes Alves Guimarães, nasceu na freguesia de Padornelo a 9 de Maio de 1810.

Faleceu no lugar dos Tojais e na condição de solteira a 19 de Novembro de 1832.

3 – António José Lopes Alves Guimarães, nasceu na freguesia de Padornelo a 25 de Novembro de 1812.

Foi Escrivão do Juízo de Paz do Distrito de Insalde do Julgado de Coura, por carta da Rainha D. Maria II de 17 de Fevereiro de 1844[2]; 2.º Senhor da Casa das Cacheiras, em Padornelo; proprietário.

Casou na igreja paroquial de Santa Marinha de Padornelo a 10 de Outubro de 1831, com Rosa Joaquina Mendes, filha legítima de Bento José Mendes e de Ana Senhorinha, do lugar da Veiga, freguesia de Padornelo[3].

Casou em segundas núpcias a 12 Agosto de 1844 na igreja matriz de Santa Marinha de Padornelo, com Francisca Josefa Rodrigues, filha de António Luís Rodrigues e de Maria Teresa Barreira, de Padornelo[4]. Com geração.

4 – Padre MANUEL JOSÉ LOPES ALVES GUIMARÃES, nasceu na freguesia de Paredes, concelho de Coura, a 7 de Abril de 1815.

Faleceu em Padornelo a 28 de Fevereiro de 1885.

Foi presbítero do hábito de S. Pedro; habilitou-se para receber ordens sacras a 27 de Março de 1833[5]; abade da igreja matriz de Santa Marinha de Padornelo, por carta de El-Rei D. Luís de 2 de Maio de 1871[6]; 2.º Senhor da Casa do Cruzeiro.

5 – José Narciso Lopes Alves Guimarães, nasceu na freguesia de Padornelo a 1 de Abril de 1817.

6 – D. Narcisa Benedita Lopes Alves Guimarães, nasceu na freguesia de Padornelo a 13 de Janeiro de 1819.

Casou em 1845 com Manuel Joaquim da Silva, filho de Caetano da Silva e de Mariana Luísa Gomes, da freguesia de Formariz. Fixaram residência no lugar do Foral de Paredes, vila de Paredes de Coura. Com geração.

7 – D. Antónia Maria Lopes Alves Guimarães, nasceu na freguesia de Padornelo a 25 de Novembro de 1820.

Faleceu a 18 de Janeiro de 1896 nos Tojais, lugar da freguesia de Padornelo. Solteira e proprietária.

8 – José Lopes Alves Guimarães, que segue.

9 – D. Maria Lopes Alves Guimarães, nasceu na freguesia de Padornelo a 10 de Outubro de 1823.

Casou em Padornelo com António Bento de Araújo, natural da freguesia de Cunha, filho de Miguel de Araújo e de Maria Antónia, lavradores. Com geração.

10 – Luís Lopes Alves Guimarães, nasceu na freguesia de Padornelo, Paredes de Coura, a 3 de Abril de 1825.

Foi comerciante, com venda estabelecida no lugar dos Tojais, Padornelo.

Casou a 27 de Junho de 1861 na igreja matriz de S. Salvador, vila dos Arcos de Valdevez, com Rosália Maria de Castro, de Giela, Arcos de Valdevez, filha natural de Antónia Maria de Castro. Com geração.

11 – D. Rosa Antónia Lopes Alves Guimarães, nasceu na freguesia de Padornelo, Paredes de Coura, a 12 de Outubro de 1826. Faleceu de tenra idade.

12 – Francisco António Lopes Alves Guimarães, nasceu na freguesia de Padornelo a 18 de Março de 1828. Faleceu de tenra idade.

13 – D. Rosa Lopes Alves Guimarães, nasceu no lugar dos Tojais, freguesia de Padornelo a 21 de Novembro de 1829.

14 – Vitorino António Lopes Alves Guimarães, nasceu no lugar dos Tojais, freguesia de Padornelo a 27 de Maio de 1832. Faleceu de tenra idade.

                                                                                   

II – JOSÉ LOPES ALVES GUIMARÃES, nasceu na freguesia de Padornelo a 9 de Janeiro de 1822.

Foi Escrivão do Juízo de Paz do Distrito de Castanheira do Julgado de Paredes de Coura por carta passada por El-Rei D. Luís a 6 de Junho de 1863[7]; proprietário; 3.º Senhor da Casa do Cruzeiro; solicitador na Comarca Judicial de Paredes de Coura.

Casou em 1845 com Marta Emília Lopes, natural da freguesia de S. Tomé de Correlhã, Ponte de Lima. Filhos:

1 – D. Maria da Glória Lopes Alves Guimarães, nasceu na freguesia de S. Tomé de Correlhã, Ponte de Lima, em 1847.

Casou a 8 de Fevereiro de 1871, na igreja matriz de Santa Marinha de Padornelo com Silvério Francisco Ramos, proprietário e professor de instrução primária oficial, baptizado em Padornelo, filho natural de Teresa Clara, solteira, lavradora, do lugar de Covas. Com geração.

2 – D. Rosa da Conceição Lopes Alves Guimarães, que segue.

                                                             

III – D. ROSA DA CONCEIÇÃO LOPES ALVES GUIMARÃES, nascida na freguesia de S. Paio da vila dos Arcos de Valdevez, cerca de 1853.

Faleceu nos Tojais, lugar da freguesia de Padornelo, a 5 de Setembro de 1926.

Proprietária; 4.ª Senhora da Casa do Cruzeiro, em Padornelo.

Casou em 1880 na igreja matriz de Santa Marinha de Padornelo com Severino António da Silva, proprietário e negociante estabelecido e domiciliado no lugar dos Tojais, natural da freguesia de Paredes de Coura, filho de António José Fernandes e de Maria Josefa da Silva, da vila e freguesia de Paredes de Coura. Filhos:

1 – D. Amália Maria da Silva, nascida no lugar dos Tojais a 13 de Agosto de 1884.

Faleceu na freguesia de Paredes de Coura a 13 de Janeiro de 1949.

Casou na freguesia de Padornelo a 31 de Dezembro de 1908[8], com Dulcídio Hipólito da Cunha Ribas (1879+1937), natural da vila de Paredes de Coura, proprietário, armador e negociante, filho de Domingos Gusmão da Cunha Ribas e de D. Maria de Araújo Vieira. Com geração.

2 – D. Maria Lopes da Silva, que segue.

3 – D. Antonieta Maria Lopes da Silva, nascida em Padornelo a 17 de Fevereiro de 1889.

4 – D. Antonieta Lopes da Silva, nasceu em Padornelo a 28 de Fevereiro de 1890.

Casou em Padornelo a 17 de Junho de 1911, com Álvaro Augusto Monteiro, residente no Porto, natural de Ervedosa do Douro, S. João da Pesqueira, distrito de Viseu. Com geração.

5 – D. Olívia Lopes da Silva, nascida em Padornelo a 3 de Setembro de 1891.

                                    

IV – D. MARIA LOPES DA SILVA, nasceu no lugar dos Tojais, Padornelo, a 10 de Março de 1886.

Faleceu no estado de viúva na vila e freguesia de Paredes de Coura, a 26 de Julho de 1966.

Proprietária; 5.ª Senhora da Casa do Cruzeiro, em Padornelo[9].

Casou na igreja matriz de Santa Marinha de Padornelo a 25 de Julho de 1908, com António José da Cunha Ribas, nascido a 14 de Janeiro de 1886 no lugar de Sequeirô, vila de Paredes de Coura, filho legítimo de Domingos Gusmão da Cunha Ribas, da vila de Paredes de Coura, comerciante, e de D. Maria de Araújo Vieira, de Resende, moradores no lugar de Sequeirô, vila de Paredes de Coura[10].

António José da Cunha Ribas faleceu no lugar de Lamamá, freguesia de Paredes de Coura, a 26 de Abril de 1963. Filhos:

1 – Domingos da Silva da Cunha Ribas, nasceu em Padornelo e foi baptizado a 4 de Março de 1909.

2 – Justino da Silva da Cunha Ribas, nasceu em Padornelo a 3 de Agosto de 1911.

Faleceu em Setembro de 1973 no lugar de Lamamá, freguesia de Paredes de Coura, aos 62 anos de idade; era solteiro, sócio gerente da firma “António Ribas & Filhos”[11].

3 – D. Eva de Jesus da Cunha Ribas, nasceu em Padornelo, a 27 de Junho de 1913.

Faleceu a 29 de Janeiro de 1961 e jaz sepultada no cemitério da vila de Paredes de Coura.

Foi diplomada pela Academia Portuense de Corte e Costura a 31 de Julho de 1935; abriu oficina de modista e estilista em costura, nos Tojais, Padornelo, em 1935.

4 – D. Maria da Nazaré da Cunha Ribas, nasceu nos Tojais, lugar da freguesia de Padornelo, a 7 de Novembro de 1914.

Faleceu a 1 de Março de 2007, internada no Lar de Idosos de Prozelo, concelho dos Arcos de Valdevez, aos 93 anos de idade.

5 – D. Maria dos Prazeres da Cunha Ribas, nasceu em 1916 nos Tojais, lugar da freguesia de Padornelo.

Faleceu no concelho de Vila Verde a 21 de Novembro de 1992.

6 – D. Maria Antonieta da Cunha Ribas, nasceu na freguesia de Padornelo a 30 de Março de 1919.

Faleceu a 24 de Abril de 2003 na Clínica de S. Lázaro, Braga, e foi sepultada a 25 de Abril de 2003 no cemitério municipal de Paredes de Coura.

Casou com Manuel de Jesus Alves Nogueira, com geração.

7 – D. Maria da Pureza da Cunha Ribas, nasceu em Padornelo a 7 de Janeiro de 1921.

8 – D. Maria da Ascensão da Cunha Ribas, nasceu em Padornelo a 4 de Outubro de 1925.

9 – D. Maria da Glória da Cunha Ribas, nasceu em Padornelo a 29 de Fevereiro de 1928.



[1] ADB, Processos de Inquirição de Genere, proc. n.º 25773, pasta n.º 1153.

[2] ANTT, Chancelaria de D. Maria II, Liv. 21, fl. 201 e 201v.

[3] ADVC, Registos Paroquiais de Padornelo, Liv. de Casamentos n.º 3, 1804-1851, fl. 24v, cota 3.10.2.7.

[4] ADVC, Registos Paroquiais de Padornelo, Liv. de Casamentos  n.º 3, 1804-1851, fl. 36v, cota 3.10.2.7.

[5] ADB, Processos de Inquirição de Genere, proc. n.º 17921, pasta n.º 782.

[6] ANTT, Chancelaria de D. Luís, Liv. 22, fl. 235v.

[7] ANTT, Chancelaria de D. Luís, Liv. 7, fl. 69.

[8] Conforme averbamento lavrado no assento de baptismo; contudo os jornais da ocasião datam o casamento a 7-I-1909. É que naquela referida data de 31-XII-1908, faleceu em Padornelo Maria Lopes Alves Guimarães, tia paterna da nubente.

[9] Quando a família Cunha Ribas se retirou para a freguesia de Paredes de Coura, a Casa do Cruzeiro foi comprada pelo Joaquim José Fernandes, “o Joaquim das Eiras”.

[10] ADVC, Registos Paroquiais de Paredes de Coura, Liv. de Baptismos n.º 5, 1886-1894, fl. 1v, cota 4.87.1.15.

[11] Notícia do jornal O PROGRESSO DE COURA, página 3, edição n.º 7, de 7 de Outubro de 1973: «pessoa muito considerada aparentado com boas famílias desta vila... O seu funeral foi uma larga manifestação de saudade, tendo-se incorporado pessoas de todas as categorias sociais».

publicado por Jofre de Lima Monteiro Alves às 08:28
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