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PADORNELO

Blogue acerca da terra, das pessoas, dos costumes e da História de PADORNELO, freguesia do concelho de Paredes de Coura, distrito de Viana do Castelo, publicado por JOFRE DE LIMA MONTEIRO ALVES.

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28
Jul08

VI TORNEIO DE FUTSAL DE PADORNELO: Resultados X

VI Torneio de Futsal PADORNELO EM FESTA VERÃO 2008

 

Jogos das meias-finais, disputados a 25 de Julho de 2008:

Ø     Kintinus Bar 2Talho Filipe 2

(2 – 2, após prolongamento; 6 – 7, após pontapés de grande penalidade).

Ø     Café Luís 2 Construções José Soares 2

(2 – 2, após prolongamento; 6 – 4, após as penalidades).

 

Jogos de domingo, dia 27 de Julho de 2008:

Atribuição do 3.º lugar:

Ø     Kintinus Bar 1Construções José Soares 8.


Final:

Ø     Talho Filipe 2Café Luís 1.

 

Classificação final:

ü     1.º = TALHO FILIPE;

ü     2.º = Café Luís;

ü     3.º = Construções José Soares;

ü     4.º = Kintinus Bar.

Padornelo futsal: entrada das equipas na final FASS 

25
Jul08

A PROPÓSITO DA GRAFIA E DA PLACA ECCE HOMO

Por: Jofre de Lima Monteiro Alves

Folografia de Edurado Daniel Cerqueira                                    

    «Eis o homem», célebre frase que Pôncios Pilatos pronunciou ao apresentar Cristo perante os judeus, após a flagelação. E depois lavou as mãos, claro.

                 

    Tornou-se tema constante na devoção cristã e frequentemente representada na iconografia a partir do século XV, vulgarmente representado açoitado, atado, coroado de espinhos, com um manto de púrpura e, a servir de ceptro, empunha uma cana.

                

    Notável é o quadro vulgarmente chamado Ecce Homo da Escola Portuguesa do século XV, depositado no Museu Nacional de Arte Antiga, em Lisboa.

                   

    Vamos, para já, tratar de duas questões, a primeira relacionada com a sua correcta dicção, mais delicada, na medida em que subsistem pelo menos três hipóteses fonéticas.

                        

    A pronúncia eclesiástica, usada pelo clero, mais próxima da língua italiana, para quem “ecce” soa “etche”.

 

    A fala tradicional, usada pelos linguistas que a partir do pressuposto daquilo que se pensa ter sido a sua pronúncia nas línguas românicas na Idade Média, para quem “ecce” lê-se precisamente como se escreve, isto é, com “C”.

 

    Outros estudiosos defendem, na chamada prolação restaurada, que no latim clássico de há 2000 anos, a consoante de “ecce”, de acordo com o seu valor, seria pronunciada como gutural, com o som “Q”.

 

    O segundo problema diz respeito à grafia, onde me parece que durante séculos não houve lugar a qualquer dúvida. Mas recentemente, em jornais e placas de toponímia, surgiu a moda absurda de escrevinhar ECCE-HOMO (com hífen), deslize que se não for atalhado a tempo, ficará para o futuro como verdade absoluta.

 

    Mas não é, porquanto tal ortografia é literalmente abusiva e incorrecção malfeita. Em «Ecce Homo» temos uma locução latina, e no latim clássico ou medieval não existia o hífen, logo a palavra escreve-se separada.

 

    Se o caro leitor se dá por satisfeito e provado, pode ir à sua vidinha. Mas, se ao invés, tem ares de céptico S. Tomé, aqui vão umas migalhas de abonação colhidas nas melhores cepas dos linguistas.

            

    Venha comigo abrir a “Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira”, da década de 1950, para consultar o verbete ECCE HOMO, no volume IX, p. 388.

                     

    O mesmo, sempre Ecce Homo, na “Lexicoteca: Moderna Enciclopédia Universal”, vol. VII, 1985, p. 84. Vou à estante e trago também o “Dicionário da Língua Portuguesa”, 5.ª edição, de 1976, no suplemento das “Palavras e Locuções Estrangeiras”, folheamos a p. 1534, donde cito: «Ecce homo, eis o homem. Palavras de Pilatos ao apresentar Cristo coroado de espinhos».

 

    Pelo canto do olho, avisto alguém a retorcer o nariz. Talvez seja da gripe das galinhas ou algum martirizado na dúvida imanente de Nossa Senhora do Sameiro, pelo sim pelo não, socorro-me de exemplos mais recentes.

 

    Vou a Braga buscar o programa da “Quaresma e Solenidades da Semana Santa de 2008”, adonde consta a Procissão do Senhor Ecce Homo que se realizou a 20 de Março deste ano (http://www.semanasantabraga.com/content.asp?startAt=4&categoryID=1409).

 

    Apresento mais uma prova irrefutável, o parecer científico da erudita Sociedade da Língua Portuguesa, da qual sou associado, e a resposta que em 20 de Julho de 2007 me deu o dr. Gonçalo Neves, tradutor, especialista em interlinguística e lexicógrafo:

 

    «Não há nada que justifique esta alteração ortográfica na placa toponímica da capela de Padornelo. A grafia correcta é Ecce homo (como está na Vulgata) ou Ecce Homo (pelo respeito que infunde a figura em questão), mas sempre sem hífen.

    Julgo que este erro pode ter que ver com o facto de eis, vocábulo lusitano que corresponde a ecce, se grafar com hífen, quando antecede os chamados pronomes átonos: «eis-nos», «ei-los», «ei-la», «eis-me». Seja como for, em latim é sempre sem hífen, mesmo quando o respectivo advérbio antecede essas formas pronominais: ecce me.

    Refira-se por último, para os menos avisados, que ecce homo (que se pode traduzir literalmente por «eis o homem» e livremente por «aqui está ele») são as palavras com que Pôncio Pilatos (São João, 19, 5, na tradução latina da Vulgata) mostrou aos judeus Jesus com a coroa de espinhos e o manto de púrpura. Empregam-se, por vezes de forma jocosa, para anunciar a chegada de alguém, sobretudo quando se trata de personagem (pretensamente) importante.

 

    Não fica sobejo de dúvida: Ecce-Homo (com hífen) é erro grosseiro, pois sendo uma expressão latina, manda a regra que se deve escrever Ecce Homo, assim, sem hífen.

 

    Como errare humanum est, resta a necessária e urgentíssima correcção, a bem deste adorado rincão, o nosso paraíso terrenho.

 

    A placa que está errada e induz ao engano, como se viu, deve ser retirada de pronto e substituída por outra, para que seja reposta a verdade gramatical. Não podemos lavar as mãos como fez o procurador Pilatos e fingir que não é connosco.

 

25
Jul08

FESTIVIDADE EM HONRA DO SENHOR ECCE HOMO

Festividade em Honra do Senhor Ecce Homo

             

Padornelo, Paredes de Coura

                                  

Dias 26 e 27 de Julho de 2008

                

Programa:

 

Sábado, 26 de Julho:

 

Ø     8 horas – Entrada da Cabine Sonora CASA RODRIGUES, de Padornelo;

Ø     8,30 horas – Entrada do Grupo de Zés P’reiras “AMIGOS DA FARRA” de Padornelo;

Ø     12 horas – Fogo de Artifício;

Ø     15 horas – Início do jogo de Chavelho, com valiosos prémios;

Ø     19,30 horas – Missa em honra dos emigrantes e dos irmãos da Confraria;

Ø     22 horas – Arraial Nocturno:

ü     Grupo Musical SOUND, de Arcos de Valdevez.

 

Domingo, 27 de Julho:

 

Ø     9 horas – Música gravada;

Ø     11 horas – Missa Solene e Sermão;

Ø     14 horas – Entrada do Grupo de Zés P’reiras “AMIGOS DA FARRA” de Padornelo;

Ø     14,15 horas – Majestosa Procissão, acompanhada pelo Grupo de Zés P’reiras;

Ø     16 horas – Arraial da Tarde:

ü     TRIO DUBALISTAS, de Vila Nova de Cerveira;

ü     Tocadores de Concertinas;

Ø     20 horas – Partida de fogo de artificio.

Cartaz da festa de Ecce Homo 2008 

24
Jul08

UM PADORNELENSE NA DIRECÇÃO DO COURENSE

Aristides de Sá peres    No passado dia 10 de Julho de 2008 realizou-se a eleição para os corpos gerentes do Sporting Clube Courense, apresentando-se a sufrágio uma única lista, da qual faz parte o Aristides de Sá Peres.

 

Eis os eleitos:

 

Direcção:

Presidente Armando Alves Araújo “Carioca”;

Vice-presidente António Manuel Loureiro Gonçalves;

Vice-presidente Amílcar Duarte da Cunha Ribas;

Vice-presidente Paulo Araújo;

Tesoureiro Carlos Manuel Teixeira;

Primeiro-secretário Celina Araújo de Sousa;

Vogais:

José Eduardo Nogueira;

Jorge Marques;

Eduardo Salgado Nogueira;

Manuel Alves Fernandes;

António Barreiro Barbosa;

Manuel da Cunha Lira;

Aristides de Sá Peres;

Nuno Ricardo de Sousa;

Agostinho de Sá;

Abel João de Sousa;

Francisco da Silva e Sousa;

Francisco Xavier Ribeiro;

Alberto Vieira de Carvalho;

Filipe Alves;

Rui Manuel Felgueira.

 

Conselho Fiscal:

Presidente Baltazar de Castro Fernandes;

Secretário Anselmo Manuel de Araújo;

Secretário relator Luís Veloso.

 

23
Jul08

O ADRIANO DA LOJA JÁ SAIU DO HOSPITAL

    Depois dum prolongado internamento de quatro meses em vários hospitais do distrito e no Porto, o Adriano Barbosa Barreiro, “Adriano do Guilherme”, comerciante estabelecido nos Tojais, lugar da freguesia de Padornelo, teve alta hospitalar e já voltou à casa, depois de enfrentar algumas situações complicadas e de grande sofrimento.

23
Jul08

VI TORNEIO DE FUTSAL DE PADORNELO: Resultados IX

VI Torneio de Futsal PADORNELO EM FESTA VERÃO 2008

 

Data

 

Jogos

17 de Julho

A

Fontourense 2 – Café Luís 2

17 de Julho

B

Sapataria Costa 3 – Resto do Mundo 1

18 de Julho

A

Barbosa & Costa 1 – Porreiras 5

18 de Julho

A

Linhares 3 – A. Ferreira 5

18 de Julho

B

A. Formariz 5 – Kintinus Bar 6

 

Quartos-de-final:

21 de Julho

Porreiras 3 – Kintinus Bar 3

(4 – 4 no prolongamento;

8 – 9 nos pontapés de grande penalidade)

21 de Julho

Café Luís 4 – Sapataria Costa 3

22 de Julho

C. José Soares 4 – A. Ferreira 2

22 de Julho

Talho Filipe 5 – Fontourense 2

 

Jogos da meia-final, a disputar a 25 de Julho de 2008:

Hora

Jogos

21.15

Kintinus Bar – Talho Filipe

22.30

C. José Soares – Café Luís

 

22
Jul08

UMA LENDA MINHOTA: A ORIGEM DA MULHER

Por: Jofre de Lima Monteiro Alves

 

    Deus fizera o Mundo, uma lufa-lufa de seis dias, ao sétimo botou um olho à sua obra, o resultado era satisfatório.

 

    Mas lá na sede do Céu, reparando bem e de perto, com olho de ver, apercebeu-se que o homem sozinho, a carregar tristeza, bocejava uns dias e noutros levava a morte na alma, triste anacoreta no Paraíso, vadiando desde manhã até sol-pôr.

                      

    Tamanho isolamento, a agravar a solidão da condição humana, não era coisa boa, pensava enfaticamente, urgia medidas, mais um pequeno retoque na sua obra-prima.

                                 

    Certo dia, como sabemos desde os tempos bíblicos, induziu um profundo sono em Adão e retirou-lhe uma costela, perfeita arte cirúrgica.

          

    Até aqui a narrativa é sobejamente conhecida, mas nem todos têm a fortuna de ter acesso à verdadeira história da concepção da mulher, um segredo de antanho felizmente na posse das gerações minhotas e que me foi confiado há meio século pelas minhas mãezinhas Especiosa e Esmeralda – na minha infância as avós recebiam o tratamento carinhoso de “mãezinha”, uma ternura.

           

    Estávamos no ponto em que fora extraída a costela. Nesse exacto instante quando se aprestava para dar forma à mulher, uma raposa lampeira, lesta e manhosa, autêntica desmancha-prazeres, dum salto rouba-lha e deitou a fugir às de vila-diogo.

         

    S. Miguel Arcanjo que a tudo assistia extasiado, enlevado num ai-jesus, ainda teve uma parcela de reacção, deitou a mão ao rabo da zorra trinca-pintos, porém este rebentou na bulha que se seguiu, conseguindo reaver somente um pequeníssimo fragmento da costela.

               

    O resto, um naco enorme, serviu de fino banquete nas entranhas da raposa, tasquinhava à boca cheia, um festim!

           

    Reinduzir o sono e tirar outra costela ao pobre do Adão era inaceitável, parecia amaldiçoada ao insucesso a ideia de dotá-lo de companhia neste vale de lágrimas, seria coisa de fim do mundo. Mas quem tem a omnipotência, além da suprema arte e engenho criativo, rapidamente encontra uma solução. Faça-se a vossa vontade!

         

    Misturou o quinhão da costela e a cauda, muito bem amassado, moldou até estar plenamente satisfeito e insuflou-lhe o sopro da vida, e pronto, nascia assim a mulher, osmose da costela do homem e do rabo da raposa, um regalo, sublime milagre!

           

    Esta alegoria bíblica da criação da mulher visa a finalidade única de incutir no homem o respeito merecido pela companheira tirada da sua própria carne, na contemplação do Senhor.

 

    Porém, a lenda minhota acrescenta um dado importantíssimo, repetido na milenar sabedoria popular, velho como as barbas de Noé: «a raposa tem a manha de sete homens, mas a mulher tem a manha de sete raposas».

 

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