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PADORNELO

Blogue acerca da terra, das pessoas, dos costumes e da História de PADORNELO, freguesia do concelho de Paredes de Coura, distrito de Viana do Castelo, publicado por JOFRE DE LIMA MONTEIRO ALVES.

Blogue acerca da terra, das pessoas, dos costumes e da História de PADORNELO, freguesia do concelho de Paredes de Coura, distrito de Viana do Castelo, publicado por JOFRE DE LIMA MONTEIRO ALVES.

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09
Set08

QUIM SÁ FOI CONDECORADO

    A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Paredes de Coura comemorou no passado dia 24 de Agosto de 2008 o seu 82.º aniversário com a atribuição de condecorações a alguns dos seus membros que têm contribuído de modo significativo para a existência da corporação.

 

    Entre os agraciados tivemos o prazer de ter um padornelense, Joaquim da Cunha e Sá, o “Quim Sá”, que foi condecorado com a medalha de mérito de assiduidade, a quem endereçamos os nossos parabéns.

 

09
Set08

BODAS DE PRATA NAS ANGÚSTIAS

    A tradicional matança do porco das Angústias, que traz mais colorido e sabor ao Agosto da freguesia, foi oportunidade para Padornelo assistir à comemoração das bodas de prata matrimoniais de Orlando Monteiro [Fernando Orlando Barbosa Monteiro Alves] e Perfeita Alves [Maria Perfeita Beitez Ferreira Alves], na altura de férias em Paredes de Coura.

 

    O casal padornelense radicado na Suíça, esteve rodeado de amigos e familiares nesta data de tamanho simbolismo. Parabéns e até aos próximos vinte e cinco anos!

          

António Braga Barreiro

 

Notícia do jornal NOTÍCIAS DE COURA, edição n.º 125, de 9 de Setembro de 2008, p. 15.

 

09
Set08

VEM COMIGO MALHAR O CENTEIO...

    No passado dia 20 de Agosto [de 2008], um grupo de pessoas do lugar do Sobreiro recriou a antiga tradição de malhar centeio. Esta é uma actividade que noutros tempos exigia esforço físico, sendo agora realizada quase na totalidade por máquinas.

 

    Os molhos do centeio cultivados durante alguns meses, foram malhados, separando-se desta forma o grão de centeio da palha. Esta palha, que posteriormente foi escolmada, permitiu a separação da palha de centeio do colmo.

 

    Hoje em dia, poucas são as pessoas que fazem este trabalho. o colmo era usado nas cortes dos animais e na sua alimentação; a palha era usada na feitura de colchões. O centeio que se obtém é utilizado, por exemplo, na confecção do pão broa.

             

    Foi desta forma que se reviveu uma tradição, sendo o ensinamento passado aos mais novos, garantia de que certas actividades não se perderão com a passagem dos anos.

        

Joana Pereira

Jorge Lima

             

Notícia do jornal NOTÍCIAS DE COURA, edição n.º 125, de 9 de Setembro de 2008, p. 15.

 

09
Set08

PELA IGREJA

    Há muito tempo que o mês de Agosto esta associado a festividades religiosas. Este ano não foi excepção!

 

    No dia 17 [de Agosto de 2008], a par do erguer da bandeira na capela da Senhora do Amparo. Cátia Sofia Rodrigues fez a primeira comunhão. Esta menina, que vive com a família em França, recebeu assim pela primeira vez Jesus Cristo. À Cátia, muitos parabéns.

 

    No mesmo dia, Padornelo assistiu ao baptizado de Natália, a menina que nasceu com 27 semanas de gestação e hoje, a caminho dos dois anos, apresenta índices de desenvolvimento idênticos às de qualquer criança da sua idade. Filha de Sandra Tinoco e de António Barbosa, a Natália, residente no lugar no lugar da Cabeluda, recebeu o primeiro dos sacramentos na igreja de Ecce Homo desta freguesia. Para a Natália, pais e irmã as maiores felicidades.

 

    Já no dia 24 [de Agosto de 2008], também na igreja de Ecce Homo, Sónia Fernandes, natural de Padornelo, e Rui Barros, natural da freguesia de Linhares, uniram as suas vidas pelos laços do matrimónio. Ao jovem casal, votos de muita felicidade.

 

Joana Pereira

Jorge Lima

 

Notícia do jornal NOTÍCIAS DE COURA, edição n.º 125, de 9 de Setembro de 2008, p. 15.

 

07
Set08

CAPELA DO AMPARO: Um Curioso Episódio da História de Padornelo em 1713

Capela de Nossa Senhora do Amparo, lugar do Sobreiro, Padornelo, em Agosto de 2007    Não vou aqui contar a história e a fundação da capela de Nossa Senhora do Amparo, mas tão-só abordar um curioso episódio da sua centenária existência. Ali por volta do ano de 1710 a capela encontrava-se em adiantado estado de degradação física, pelo que se tornou imperativo a feitura de obras de restauração.

                                                                             

    Das mesmas se encarregou um especialista, o escultor Brás Barbosa (1666+1733), natural de Padornelo, sendo aprazada a duração do empreendimento pelo espaço dum ano. Iniciadas em 1711, à boa maneira portuguesa sofreram de imediato atrasos de monta e ameaçavam eternizarem-se no tempo, não como as de Santa Engrácia, é claro, mas mesmo assim abusivamente prolongadas.

                                                           

    As paróquias naqueles tempos estavam sujeitas a matéria visitacional constante pela parte das autoridades religiosas de quem estavam dependentes.

                                          

    Durante essa pastoral da visitação eram rigorosamente observadas as posturas do clero em geral, as suas obriga­ções espirituais, a observância litúrgica, os ornamentos, o controlo dos fiéis, os testa­mentos e sufrágios, mas também a manutenção do asseio e estado de conservação das igre­jas.

                                                                                  

    A 21 de Junho de 1713 inspeccionou a paróquia de Santa Marinha de Padornelo o reverendo padre Custódio Ferreira Velho. Sisudo e de cenho carregado, vinha investido na prosápia dos títulos de licenciado em Cânones, comissário do Santo Ofício, abade de S. Julião do Calendário de Vermoim, arcediago do arcediagado de Vila Nova de Cerveira, cónego prebendado da Colegiada de Santo Estêvão de Valença e visitador da arquidiocese de Braga. Um currículo de estouro, em tempos de quase barbaresca ignorância.

                                                                             

    Remira aqui, espreita acolá, nada era deixado ao acaso, não havia vénia que o arredasse da sua missão fiscalizadora. Tudo era passado a pente fino, inflamado por ciclópico olho vigilante, seguindo à risca os cartapácios do Direito Canónico mais vernáculo.

                                    

    Logicamente um homem carregado com tantas honrarias e qualidades seria acervo de ferina severidade e rectidão. Achou imperdoável que umas obras programadas para um ano, volvidos dois ainda não estivessem concluídas. Podia lá ser tal despautério! Obra parada entra pelo bolsinho adentro na soma de cruzados!

                 

    E do alto do seu gabarito admoestou o abade padre Manuel Lourenço Soares de Lima (1672+1738), e o acólito padre António Fernandes Pacheco, mero cura coadjutor, a arcarem com meia culpa do deixa andar.

                               

    De pronto o douto visitador fulminou o nosso artista de arte sacra com ásperas ameaças judiciais, deste modo e com mão inexorável:

    «Fui informado que Brás Barbosa escultor desta freguesia tem tomado a maior de dois anos as obras da capela de Nossa Senhora do Amparo sem lhe dar fim na forma do con­trato com que as aceitou pelo que mando que o Reverendo Pároco lhe diga que as acabe em termo de dois meses para o que procederá contra ele na forma da Lei».

                                  

    Na verdade e afora esta explicação, não sei se devido ao receio do anátema que sobre ele pendia, mas Brás Barbosa passou a obrar verdadeiros milagres, a trabalhar sem fraquejar a mata-cavalos, dava gosto ver a obra a progredir. A devoção ao trabalho na capela ocupava-lhe toda a boa parte da luz do dia, mercê de muito empenho e mestria na arte de marcenaria.

                                                                

    Para tal contou porém com a especiosa ajuda doutro distintíssimo artesão local Manuel Vaz Alves (1675+1728), pintor de Arte Sacra e natural de Covas, lugarejo da freguesia de Padornelo, terminou de modo bem célere aquilo que parecia querer perpetuar-se.

                            

    E assim reconstruída a lufa-lufa, obedecendo a um plano de conjunto, ficou a magnifica capela que ali vemos no lugar do Sobreiro, graças ao trabalho de dois artistas de Padornelo.

 

04
Set08

FESTA EM HONRA DA SENHORA DO AMPARO

Festa em Honra de

NOSSA SENHORA DO AMPARO

 

Sobreiro, Padornelo

 

Dias 12, 13 e 14 de Setembro de 2008

 

Programa:

 

Sexta-feira, 12 de Setembro:

·       8.ooh – Alvorada com morteiros;

·       9.00h – Durante o dia, música gravada pela Cabine Sonora “CASA RODRIGUES”, de Padornelo;

·       21.00h – Procissão de Velas, com saída da capela do Senhor Ecce Homo (Tojais) até à capela da Senhora do Amparo (Sobreiro);

·       22.00h – Arraial Nocturno com o Grupo JÚNIORE’S, de Porreiras.

 

Sábado, 13 de Setembro:

·       8.ooh – Alvorada com morteiros;

·       9.00h – Entrada do Grupo de Zés-P’reiras “OS AMIGOS DA FARRA” de Padornelo;

·       12.00h – Partida de fogo;

·       14.00h – Jogo do Chavelho;

·       22.00h – Arraial Nocturno com a Orquestra ECLIPSE, de Arcos de Valdevez;

·       24.00h – Fogo de Artifício.

 

Domingo, 14 de Setembro:

·       8.ooh – Alvorada com salva de morteiros;

·       11.00h – Missa e Sermão;

·       15.00h – Entrada da Escola de Musica LÁ-MI-RÉ, de Monção;

·       15.30h – Majestosa Procissão acompanhada pela Escola de Música;

·       16.30h – Actuação da Escola de Música LÁ-MI-RÉ;

·       21.00h – Encerramento das Festas.

Cartaz da festa do Amparo, Sobreiro, Padornelo 

01
Set08

ALMOÇO E ENCONTRO DE CONCERTINAS NA CASA COURENSE

CASA COURENSE EM LISBOA

 

1.º ENCONTRO DE CONCERTINAS

 

DIA 14 DE SETEMBRO DE 2008

 

NA SEDE: Rua General Taborda, nº 18 – Porta 7, Campolide – Lisboa

                                                                                 

PROGRAMA

 

12H30 – ALMOÇO

Ø     ENTRADAS

Ø     ARROZ DE BACALHAU à Moda das Lavradas     

Ø     VINHO VERDE

Ø     SUMOS

Ø     AGUA

Ø     SOBREMESA

 

15H30 – ENCONTRO DE CONCERTINAS

(PRÉMIO PARA OS MELHORES TOCADORES)

 

MARCAÇÕES

ü     Sede: 213880094

ü     Vitorino Cunha: 213851180

ü     José Santos: 916835691

ü     José Fernandes: 213428828

ü     João Cunha: 2188661247   

 

Preço: 15 € [quinze euros]                                     

 

A SALA TEM NÚMERO DE LUGARES LIMITADO

 

Faça a sua reserva até ao dia 12 de Setembro de 2008

 

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