. PADORNELO NAS JANEIRAS DE...
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Este diaposítivo acerca dos festejos de Natal na nossa santa terrinha foi feito essencialmente com fotografias do amigo Fernando Abílio de Sá e Silva, para além da contribuição de algumas do amigo Eduardo Daniel Cerqueira, e também algumas fotos minhas.
No passado dia 20 de Dezembro de 2008 na sede social da nossa sempre prestimosa Associação Cultural Recreativa e Desportiva de Padornelo, decorreu a opípara “Ceia de Natal”, que contou com a presença de uma centena de comensais, que de uma forma muito especial se associaram a mais esta feliz iniciativa da nossa Associação.
Mesa farta, recheada do tradicional bacalhau, passando pelas suculentas rabanadas de vinho e pelo bolo rei, todos os convivas festejaram efusivamente esta quadra festiva, onde o facto de maior realce foi a constante de alegria, paz e amor, de braço dado com a música espontânea e o pé de dança, tudo timbre das gentes da nossa terrinha, um local idílico.
Parabéns a todos por mais esta vital prova de dedicação à freguesia. Padornelo, marca assim, a sua diferença. As fotografias são do amigo Fernando Abílio de Sá Silva, a quem muito agradeço. Para ver em tamanho maior, carregue em cima das fotos.
Mais um exemplo de grande bairrismo, profunda dedicação e sentido altruísta da nossa sempre dinâmica Associação Cultural Recreativa e Desportiva de Padornelo.
Inserido nesta quadra natalícia, época de paz entre os homens de boa vontade, a ACRDP, com a preciosa colaboração da “Casa Rodrigues”, de José Fernando Fernandes Rodrigues, empresa com sede em Lamarigo, viçoso lugar desta freguesia, procedeu à iluminação de alguns dos locais caracteristicos da nossa terra.
Assim, e para grande satisfação de todos nós, foram colocadas várias lâmpadas de iluminação nas alminhas de Lamarigo, na capela de Nossa Senhora do Amparo (no Sobreiro), e na árvore localizada no lugar de Bazanca.
Para esta simpática iniciativa a ACRDP contou com o notável esforço de António José Rodrigues, filho do proprietário da “Casa Rodrigues”, que foi simplesmente incansável na actividade que tornou possível esta campanha de iluminação da freguesia. A todos o nosso bem-haja.
Para ver as fotografias em ponto grande carregue nas imagens.
Quim Sá conquista bronze na Maratona de Lisboa
O grande atleta courense Quim Sá conseguiu mais um resultado de extraordinária valia, conquistando a medalha de bronze, no escalão de veteranos (mais de 60 anos), na Maratona de Lisboa.
Foi no dia 7 de Dezembro [de 2008] que o eterno Joaquim Sá participou na importante prova de 42 quilómetros e 96 metros que se disputa anualmente na zona ribeirinha da cidade de Lisboa.
O 3.º lugar no seu escalão, 46.ª posição entre os cerca de 1020 atletas que terminaram a corrida, com o tempo de duas horas, cinquenta e seis minutos e onze segundos, constitui mais um feito de destaque na longa carreira deste atleta do Clube Natação e Cultura de Paredes de Coura, actualmente com 61 anos de idade.
Deve ainda referir-se que a prova decorreu debaixo de condições atmosféricas muito difíceis para a prática do atletismo.
“Quero [...] agradecer o apoio que recebi da minha família, quer os que me acompanharam de Coura, quer os que me receberam em Lisboa, a eles devo também uma parte do meu resultado”, disse-nos Quim Sá na hora da conquista de mais uma medalha.
Pela nossa parte, cumpre-nos deixar os parabéns ao atleta e uma palavra de reconhecimento a todos quantos o apoiam.
Luís Sá
Notícia do jornal NOTÍCIAS DE COURA, de 23 de Dezembro de 2008, edição n.º 132, p. 31.
http://www.noticiasdecoura.com/index.php?pag=noticia_detalhes&recordID=3384
Padornelo está mais rico! No passado dia 5 de Dezembro [de 2008] nasceu no Centro Hospitalar do Alto Minho em Viana do Castelo, o Ricardo Barreiro Viana.
O bebé viu a luz do dia com três quilos dez gramas e cinquenta centímetros.
O Ricardo é filho de Gorete Barreiro e André Viana, residentes no Lugar de Senrelas, casal que tem assim o seu segundo filho, a fazer companhia ao Ruben, de três anos de idade. Para o Ricardo, pais e irmão votos de muitas felicidades!
Joana Pereira
Notícia do jornal NOTÍCIAS DE COURA, de 23 de Dezembro de 2008, edição n.º 132, p. 16.
http://www.noticiasdecoura.com/index.php?pag=noticia_detalhes&recordID=3373
Associação Cultural Recreativa e Desportiva de Padornelo
Convocatória
Maria Luísa Barbosa de Sá, Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Associação Cultural Recreativa e Desportiva de Padornelo, de acordo com os estatutos e com o n.º 2 do artigo 23.º do Regulamento Geral Interno, convoca todos os associados para a Assembleia Geral Ordinária a realizar no próximo dia 11 de Janeiro de 2009, pelas 20.30 horas, na sede desta Associação, sita no lugar da Valinha, freguesia de Padornelo, concelho de Paredes de Coura, com a seguinte ordem de trabalhos:
Ponto Um – Apresentação do Relatório de Actividades e Contas de Gerência referentes ao ano de 2008;
Ponto dois – Apreciação e Aprovação do Plano de Actividades e Orçamento para o ano de 2009;
Ponto três – Outros assuntos de interesse para a colectividade.
Observação: Ao abrigo do n.º 3 do Regulamento Geral Interno desta colectividade, se à hora marcada não houver número suficiente de sócios a Assembleia decorrerá meia hora mais tarde com qualquer número de sócios.
Padornelo, 15 de Dezembro de 2008
Como Era Antigamente
Por: Jofre de Lima Monteiro Alves
O Natal começava quando os mais velhos do agregado familiar incumbiam a pequenada, de olho fino, da ida à bouça na procura de matéria-prima a fim de ser construído o presépio.
Eis o ansiado pontapé de saída para uma áurea festiva. Trazia-se musgo às postas, pedrinhas talhadas a foice, pinhas ao sacolejo e um pinheirinho, ou ramada de pinheiro, que a época não era soberba de desperdícios e consumos de espavento.
Num canto predefinido da casa, construía-se uma autêntica aldeia em miniatura, povoada de figurinhas, a gruta, o menino conchegado nas palhinhas, debaixo do bafo do burro e da vaca ramalhuda.
Um empreendimento de monta e de quantas criaturas cabiam no imaginário que abraçava o Mundo, onde não faltavam os terríveis herodes da matança, os pastores e os Reis Magos a peregrinar pelo nosso presépio adentro, tal como nos trilhos de Ceca e Meca.
Na antevéspera, a 23 de Dezembro, a tradição alto-minhota exigia de lei a visita ao cemitério, romagem de saudade aos entes queridos falecidos, na crença que os nossos maiores, os antepassados, iriam estar em espírito na Consoada.
Na mesa, a matriarca colocava a luzidia toalha de linho, uma preciosidade herdada dos avoengos, de par com a melhor loiça e talheres de “ver a Deus” usados quando o rei fazia anos e nas ocasiões especiais, o resto do tempo sempre aferrolhados como um tesouro moiro nas profundezas da arca.
Enfeites de sala, composto por ramos de azevinho davam um ar folião e convidativo à austera habitação. Venha o resto, a comidinha, que era de supina importância, e capaz de saciar a fome de lobo esfaimado.
O bacalhau “do alto” tinha – e ainda tem – o estatuto de rei e presença insubstituível na Consoada, acompanhado de batatas e couve penca curtida da geada. Devidamente banhado de azeite de estalo para nele molhar o pão, manjar dos deuses, como se fazia antes da Europa nos afiançar que era um tudo-nada anti-higiénico e boçal.
Nas casas de maior basteza, onde a folgança permitia fazer de boi tendo tão-só pata de carneiro, havia o segundo prato, o polvo seco cozido, ou arroz de polvo como confeccionava a minha santa mãezinha – a avó, como dizíamos antigamente no Minho –, comprado na feira de Paredes de Coura.
Isto, substancialmente bem regado com o tradicional “Vinho Quente”, uma saborosa mistela de verde tinto fervido com gemas, melaço, canela e, nas casas mais abastadas, apaparicado com uma porção de “vinho fino” – como naquelas eras se chamava ao vinho do Porto ou Moscatel.
De fazer cantar os anjos lá na corte celestial, para os mais velhos, claro, que a canalha pequena bebia pirolitos.
Compunha a mesa o arroz-doce e as rabanadas minhotas, umas bêbedas em calda de vinho, mel e canela, outras fidalgas, ou as simples fatias-de-paridas polvilhadas de açúcar.
E demais iguarias dispersas a preceito, figos, passas, pinhões e nozes. Pitéus dignos dum faraó, comparada com a pobreza franciscana e frugalidade do restante ano, mesmo para os lavradores abastados. Corria o vinho do melhor pipo, de pintar as malgas com as mais vivas cores da folia e comes e bebes de príncipe.
Nas horas mortas que antecediam a Missa do Galo, à volta da lareira onde o “Canhoto de Natal” tinha a sacrossanta missão de arder toda a noite, brincava-se seriamente ao “rapa-tira-deixa e põe”, um jogo de pinhões, enquanto os adultos jogavam às cartas, ou recordavam os familiares e historietas de levantar os cabelos.
A função de escolher o madeiro de carvalho para a lareira cabia ao pai e filho mais velho. Diziam as minhas santas avós, naquela sabedoria popular e milenar, que o fumo e as cinzas do “Canhoto de Natal” tinham a utilidade miraculosa de afastar as faíscas e trovoadas, um pára-raios campestre, além de propriedades terapêuticas aplicadas em certas doenças, mas para tal ocorrer deveria arder da Consoada ao Dia do Ano Novo.
O poviléu atravessava a aldeia em direitura à igreja matriz para ouvir a vigília jubilosa da meia-noite e beijar a imagem do Deus Menino, quebrantando a escuridão cerrada dos caminhos com umas lumieiras feitas de palhas ou lampiões de azeite que abriam uma trémula claridade na treva de breu.
A mesa, com os seus restos alimentares, não podia ser levantada sob pretexto algum, repousava farta toda a noite para alimentar e aquecer as alminhas, que no entender douto dos avós, ali vinham saciar-se a contracompasso, enquanto a família curava o sono.
Na ressaca da festança, manhã seguinte, a criançada acordava com as galinhas, mal rompia a madrugada, para saltear a lareira onde jaziam as prendas, modestas se comparadas com o pretensiosismo actual, porém inegavelmente mais valiosas naquela época de privação e vacas magríssimas, num tempo em que o Pai Natal não entrava pelas chaminés do Minho e os presentes eram trazidos pelo Menino Jesus.
No pinheiro, a fazer crescer baba na boca como água-benta, alguns chocolates – do chocolate preto de Viana – mercados na feira de Padornelo e pendurados por cordel faziam esbugalhar o desejo para além do limite da gula.
Ao almoço do dia 25 de Dezembro – que naquele torrão de tranquilidade se chamava então jantar –, comia-se a “roupa velha”, uma delícia que ainda hoje adoro, feita com as sobras da lauta consoada.
Para compor o prato principal da janta, a Ceia de Natal, matava-se o melhor galo da capoeira, acompanhado de arroz de pica no chão e chouriço de carne, um manjar que murmurava pelo mais cândido estômago.
Apesar da ventania de mudança que varre o limbo da sociedade, ainda perduram algumas destas resistentes tradições vindas dos confins da memória dos tempos.
Desapareceu por completo a Missa do Galo, o Menino Jesus foi substituído pelo amorfo Pai Natal (parece que vem aí uma sexuada Mãe Natal...), o presépio em estado de paralisia peleja com a Árvore de Natal, o Vinho Quente descaiu no esquecimento do paladar, o Canhoto de Natal foi trocado pelos aquecedores, e até as próprias prendas são entregues na noite de 24 de Dezembro, à revelia dos preceitos do uso antigo.
Foram introduzidos o bolo-rei e mais gulodices, o horrendo peru e outras modernices importadas a mata-cavalos e contranatura.
Agora comprámos num hipermercado um falso conceito de felicidade às toneladas ao consumir em quantidades astronómicas todo o género de inutilidades.
O Natal no Minho rural de antanho, festim mais comedido e frugal, embora fosse uma festa por excelência, não tinha a euforia consumista e pantagruélica de agora.
Mas era, acima de tudo, um tempo alumiado de felicidade divinal, onde a alma coexistia com o estômago, numa ternura florescente. E que saudades tenho desse tempo e dessa ventura...
Mas desta ou daquela maneira, continua a ser a festa de harmonia. A Consoada e Ceia de Natal tinham algo de mítico, sublinhado pelo simbolismo duma sentida paz caseira. Marcava o epicentro da festa familiar, na plenitude das suas tradições e manifestação intensa de alegria íntima.
A Associação Cultural Desportiva e Social de Parada realiza no próximo dia 28 de Dezembro de 2008, domingo, pelas 15 horas, no Centro Cultural de Paredes de Coura, a festa do seu XV aniversário.
Desejamos à vizinha freguesia e à sua colectividade, a quem nos une grande laços de proximidade e afectividade, as maiores felicidades e que esta festa seja um total sucesso, como tanto merecem.
Altar-mor da igreja matriz de Santa Marinha de Padornelo, em meados da década de 1950, num raro e interessantíssimo documento fotográfico, apesar do evidente mau estado da fotografia.
FESTIVAL DE PATINAGEM – Tempo de Celebrar o Natal
Dia 13 de Dezembro de 2008, às 21 horas.
Pavilhão Gimnodesportivo de Paredes de Coura.
· Patim Vagalume clube – Secretárias;
· Rolar Custóias Clube – Esquema de Grupo;
· Patim Vagalume Clube – Apresentação individual – Hinar Quereizalta;
· Clube de Natação e Cultura – "Anjos Rebeldes".
Intervalo (Sorteio do cabaz de natal)
· Clube de Natação e Cultura – "Natal Encantado";
· Nun’Alvares – Fafe – Show cadetes – Os Escravos do Futuro;
· Patim Vagalume Clube – Remember;
· Grupo Desportivo Vale do Lima – Pirata das Caraíbas;
· Clube de Natação e Cultura – "All I Want For Christmas".
Organização: Clube de Natação e Cultura
Esta excelente fotografia da Capela do Senhor Ecce Homo, de autoria do amigo Eduardo Daniel Cerqueira, pode ser vista aqui.
ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE PAREDES DE COURA
E D I T A L
TORNA PÚBLICO, nos termos da alínea b) do art. 11.º do Regimento, conjugado com a alínea a) do art. 54.º da Lei n.º 169/99, de 18 de Setembro, com a redacção que lhe foi dada pela Lei n.º 5-A/2002, de 11 de Janeiro, que no próximo dia 12 de Dezembro de 2008, às 21,00 horas, se realizará, no Salão Nobre dos Paços do Município de Paredes de Coura, uma sessão ordinária desta Assembleia Municipal de Paredes de Coura, com a seguinte ordem de trabalhos:
= PERÍODO DE ANTES DA ORDEM DO DIA =
Ponto n.º 1 – Leitura do expediente, bem como dos anúncios que o regimento impuser e discussão e votação da acta da sessão anterior.
Ponto n.º 2 – Apresentação de assuntos relevantes para o Município e a emissão de votos e moções.
Ponto n.º 3 – Interpelações ao Presidente da Câmara Municipal.
= ORDEM DO DIA =
Ponto n.º 1 – Apreciação da informação escrita do Presidente da Câmara acerca da actividade do Município, bem como da sua situação financeira, nos termos da alínea e) do art. 53.º, da Lei 169/99, de 18 de Setembro.
Ponto n.º 2 – Apreciação, discussão e votação da proposta da Câmara Municipal para as Opções do Plano e Proposta de Orçamento para o ano de 2009.
Ponto n.º 3 - Apreciação, discussão e votação de proposta para lançamento de uma derrama para o ano de 2009, de 1,2%, nos termos do art. 14.º, da Lei 2/2007, de 15 de Janeiro.
Ponto n.º 4 - Apreciação, discussão e votação de proposta de redução das taxas de Imposto Municipal sobre Imóveis.
Ponto n.º 5 - Apreciação, discussão e votação de proposta de redução de participação no IRS, de 5 para 3%, nos termos do art. 20.º, da Lei 2/2007, de 15 de Janeiro.
Ponto n.º 6 - Apreciação, discussão e ratificação de autorização de adesão do Município de Paredes de Coura à entidade regional de turismo do norte, que adoptou a denominação de Turismo do Porto e Norte de Portugal.
Ponto n.º 7 – Intervenção do público.
Para que conste se publica este edital e outros de igual teor, que vão ser afixados nos locais públicos de costume.
PAREDES DE COURA, 26 de Novembro de 2008
No passado dia 25 de Novembro de 2008, vítima de morte súbita, no lugar dos Tojais, faleceu o Manuel Pereira de Araújo, solteiro, de 49 anos de idade.
Nascera na vizinha freguesia de Parada a 11 de Julho de 1959, filho de José de Araújo, “o Zé do Adelino”, e de Custódia Pereira de Araújo, e era sobrinho da recém-falecida Arminda de Araújo Pereira.
O seu corpo esteve em câmara ardente na igreja de Santa Marinha e foi sepultado no cemitério da freguesia de Padornelo a 27 de Novembro.
No passado dia 23 de Novembro de 2008, em Lisboa, onde estava internada por motivo de doença, faleceu a Arminda de Araújo Pereira, de 68 anos de idade.
Nascera na vizinha freguesia de Parada a 17 de Agosto de 1940 e era casada com José Herculano da Cunha Gonçalves e mãe de José Manuel Pereira Gonçalves.
O seu corpo esteve em câmara ardente na igreja de Santa Marinha e foi sepultada no cemitério público de Padornelo a 24 de Novembro.