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Carla Lima em plena actividade musical na FESTA DE NATAL DE PADORNELO, que a Associação Cultural Recreativa e Desportiva de Padornelo realizou no passado dia 19 de Dezembro de 2009, na sua sede social na Valinha, lugar desta freguesia do concelho de Paredes de Coura. Fotografia de Fernando Abílio de Sá e Silva.
Actividade coral na FESTA DE NATAL DE PADORNELO, que a Associação Cultural Recreativa e Desportiva de Padornelo realizou no passado dia 19 de Dezembro de 2009, na sua sede social na Valinha, lugar desta freguesia do concelho de Paredes de Coura. Fotografia de Fernando Silva.
De 18 de Dezembro de 2009 a 31 de Janeiro de 2010
"UM ARTESÃO DA NOSSA TERRA:
DUARTE, O FAZEDOR DE MINIATURAS"
Duarte Manuel Ferreira Rodrigues, nasceu a 18 de Agosto de 1935 na freguesia de Ferreira, concelho de Paredes de Coura. Aos 3 meses de idade foi viver para Formariz com os seus pais onde permaneceu até aos 29 anos. Emigrou para França e regressou à sua terra natal 27 anos mais tarde.
As experiências do trabalho em madeira mantiveram-se desde a altura em começou a trabalhar com o seu pai na antiga serração de São Bento em Cossourado.
Em 1964 construiu a primeira peça em miniatura, a sua casa em Formariz onde morou durante 27 anos. O seu mais recente trabalho é uma maqueta minuciosa da freguesia de Formariz entre os anos de 1900 a 1960, desde a Ponte do Bouço até a aldeia do Codessal.
Centro Cultural de Paredes de Coura
Avenida do Cónego Dr. Bernardo Chouzal
Horário:
· Terça – Sexta-feira: 10h – 12h30 e 14h – 18h;
· Sábado e Domingo: 14h – 18h.
Contactos:
· Telefone: 251 780 124
· Faxe: 251 780 121
Mais uma imagem da FESTA DE NATAL DE PADORNELO, que a Associação Cultural Recreativa e Desportiva de Padornelo levou a cabo no passado dia 19 de Dezembro de 2009, na sua sede social na Valinha, lugar desta freguesia do concelho de Paredes de Coura. Fotografia de Fernando Abílio Silva.
Dia 31 de Dezembro de 2009
Quinta-feira
22h30 – 6h00
Largo de Hintze Ribeiro
Vila de Paredes de Coura
PASSAGEM DE ANO 2009/2010
Entrada Livre
· 3 PISTAS de DANÇA
· Orquestra Royal
DJ’s:
· Nuno Calado – Antena 3
· DJ Xavier – SIC Radical
· Tenda aquecida
· Bolo-rei e Champanhe
Ao longo dos anos fui coligindo alguns apontamentos sobre diversos usos e costumes minhotos, entre os quais avultam umas notas sobre a quadra natalícia, colhidas de levante a poente a ouvir as gentes idosas das nossas aldeias, mas também com recurso a consulta bibliográfica, hoje passadas a pena.
Em Paredes de Coura, mal entrava a aragem do Natal, os lavradores usavam os doze dias antecedentes para fazerem conjunturas sobre o estado do tempo no ano seguinte. Assim, o dia 13 de Dezembro representaria a meteorologia do mês de Janeiro, o dia 14 afigura Fevereiro, sendo o mês de Dezembro vindouro representado pelo próprio dia 24, o da consoada.
Na madrugada do dia 16 de Dezembro começava a Novena de Natal, como processo de purificação e preparação, com missas, ladainhas e cantos litúrgicos, rezando-se nove padre-nossos, nove ave-marias e nove glórias. Esta antiga prática religiosa originou a expressão «semana dos nove dias».
Por sua vez, José Leite de Vasconcelos (Etnografia Portuguesa, vol. VIII, 1982, p. 508) faz a referência à Rezada do Alho, antiquíssimo costume da freguesia minhota de S. João de Rei, Póvoa de Lanhoso, rezada no adro da igreja, onde se distribuía uma malga de vinho, uma fatia de broa e alhos pelos presentes, por entre padre-nossos e ave-marias.
O presépio era, então, um costume muito radicado, ocupando lugar cimeiro no imaginário popular, no entusiasmo da criançada e na casa do lavrador, com montanhas verdejantes, plantas vicejantes, casinhas maviosas, cascatas cristalinas, esplêndidas fontes, gentis mulheres, laboriosos camponeses, diligentes trabalhadores, pastores, grutas acolhedoras, cândido menino nas palhinhas bafejado pelo burro e a vaca, a Virgem Maria e o venerável S. José, por entre vultos bíblicos e antigos romanos, tais e tais. Tudo num ambiente bucólico e pueril, mistura tanto do divino como do profano, espectáculo de tamanha excelsitude.
Na antevéspera, a 23 de Dezembro, a tradição alto-minhota exigia de lei a visita ao cemitério, romagem de saudade aos entes queridos falecidos, na crença que os nossos maiores, os antepassados, iriam estar em espírito na Consoada.
Para aquecer a noite gélida, um madeiro de carvalho era colocado na lareira. Diziam as santas avós, em sabedoria milenária, que o fumo e as cinzas do Canhoto de Natal tinham a miraculosa função de repelir as faíscas e trovoadas, uma espécie de pára-raios campestre, além de eficazes propriedades medicinais em certas doenças, devendo para tal arder da Consoada ao Dia do Ano Novo.
Noutras terras, como Padornelo (Paredes de Coura), guardava-se religiosamente uma acha do cepo queimado para ser lançado à lareira e queimado de novo em dia de grande trovoada ou temporal medonho, dadas as suas sobrenaturais virtudes contra as tempestades. Até onde chegar o fumo do Canhoto de Natal não tombaria raio nenhum no ano seguinte (Famalicão, Paredes de Coura).
Em Vila Nova de Famalicão também a borralha da lareira da Consoada era usada para fins curativos na medicina popular. Os cascos das pinhas queimados na noite de Natal para extracção dos pinhões tinham, igualmente, propriedades de protecção contra os trovões, sendo guardados e novamente colocados ao lume em dias de borrasca (Famalicão, Barcelos)
Nalgumas localidades do Baixo Minho mais raiano com Trás-os-Montes (Terra de Bouro, Vieira do Minho, Cabeceiras de Basto e Celorico de Basto), a rapaziada surripiava um cepo de carvalho ou azinheira para ser queimado no adro da igreja durante a noite de 24 para 25 de Dezembro, sem reprovação pública do proprietário a quem retiravam o tronco, que assim “fornecia” o madeiro para a fogueira. O Canhoto de Natal era transportado inteiro num carro de bois, em ambiente festivo e de grande algazarra, folia rude dos povos.
Em Padornelo, freguesia do concelho de Paredes de Coura, ainda na década de 1960 fazia-se um delicioso arroz de polvo seco para a Ceia da Consoada, que sei ter sido usual e tradicional em Pias, a compor escolta ao obrigatório bacalhau. Aqui, nesta localidade de Monção, a parte da doçaria era composta por bolos de chila e tostas, designação que davam às rabanadas.
Em Viana do Castelo, para fazer companha ao bacalhau e ao polvo estufado com torradas finas, guarnecia a mesa um terceiro prato de bolinhos de bacalhau com esparregado de nabiças, resguardado por arroz-doce, rabanadas antigas, bolinhos de jerimu ou abóbora-menina, mexidos de mel, terminado ao ceiote – ceia depois da meia-noite – com a sopa dourada de Natal. Tudo um manjar dos deuses.
Embora o arroz-doce fosse elemento essencial da doçaria da Páscoa em muitas casas era, ainda, vulgar formar a modesta bateria de doces que vinha adoçar a mesa de Natal, iguaria de fazer rir os olhos, no resto do ano só havia cibo de broa.
Os formigos são, por excelência, o doce natalício da região de Ribeira Lima, feitos com pão de trigo duro, que se esfarela para dentro dum pote ao lume, com água e mel, mexendo-se sempre. Quando a massa borbulhar, mostrar boa catadura e ficar mais consistente, juntava-se-lhe uvas passas, nozes e figos aos pedacinhos, fervendo depois mais uns minutos. Deve servir-se frio, sendo feito dois ou três dias antes da consoada e em grande quantidade, não era tempo de ser somítico de unhas rentes.
Uns dos acepipes mais usados na mesa alto-minhota eram as bêbedas, fatias de pão trigo cortadas com um dedo de espessura, levemente torradas e mergulhadas numa calda de vinho, canela e açúcar ou mel. Noutras localidades, como em Padornelo (Paredes de Coura), ou em Riba de Mouro (Monção), as fatias ficavam a embeber, mergulhadas na dita calda de vinho, açúcar e canela, atoladas em gozo gastronómico.
Os pinhões eram presença constante em qualquer mesa, festim ao lado do arroz-doce, as rabanadas minhotas – umas bêbedas em calda de vinho, mel e canela, outras fidalgas –, as fatias-de-paridas polvilhadas de açúcar, os figos, as uvas passas, as nozes e toda a casta de vitualhas. As pinhas estão lembradas nesta quadra maviosa de Viana do Castelo:
Nossa Senhora da Serra
Lá anda no pinheiral,
Apanhando pinha mansa
Para a noite de Natal.
Ao fim do serão, à volta do lume comia-se a sopa de vinho quente, adocicada com mel ou açúcar, dentro dum grande malga, entulhado com broa ou pão trigo a fazer a parte sólida. Era a única altura em que se comia sopa, pois o resto do ano somente o caldo vinha à mesa do lavrador.
Em São Lourenço da Montaria, freguesia do concelho de Viana do Castelo, a tradicional consoada com bacalhau, nabos e couves emparelhava ainda com a consoladora sopa de vinho quente com açúcar. Tudo de estalo e truz.
Por sua vez, em Monção, umas horas depois da ceia, a família comia a sopa de trigo, preparada num grande alguidar, com recurso a vinho verde tinto, açúcar e pão de trigo aos pedaços, de fazer estoirar o cós das calças.
Em qualquer localidade do Alto Minho a mesa, com os seus restos alimentares, ficava posta na noite de 24 para 25 de Dezembro. Não podia ser levantada sob pretexto nenhum, para saciar as alminhas e os “anjinhos”, que vinham comer de noite, enquanto a famelga dormia. No Baixo Minho até se punha um talher suplementar para honrar a memória dos familiares já mortos, e, também, não se levantava a mesa da consoada a fim de servir o repasto às almas.
Em suma, a Consoada de Natal do distrito vianense, pese embora as variáveis, era composta por bacalhau cozido com batatas, ovos, cenouras e couve penca curtida pela geada, seguido de polvo estufado ou arroz de polvo meia-cura, rabanadas minhotas, rabanadas antigas, rabanadas fidalgas, formigos ou mexidos do Natal e pão-de-ló, numa mesa adornada por nozes, figos, passas, pinhões e avelãs, tudo bem regado com um odre do bom vinho. Após a missa do galo, o estômago era acalmado com a sopa de vinho quente, adoçada com mel ou açúcar e reforçada, nas casas mais abastadas, com um calistro de vinho fino (Porto, Madeira ou Moscatel).
Enquanto o canhoto ardia na lareira, as mães e as mãezinhas – tratamento carinhoso para as avós – cantarolavam as seguintes quadras, com o mesmo fervor dos salmos do Rei David cantados no coro da Sé:
Donde vêm os Reis Magos?
Da parte do Oriente
A adorar o Deus menino
Que é Jesus omnipotente.
Foram a casa de Herodes
Por ser o melhor reinado,
Para saber o caminho
Onde Jesus era nado.
Herodes como malvado
Como profeta malino,
Às avessas ensinou
Aos Santos Reis o caminho.
A estrelinha os guiou
Para cima duma cabana,
O menino encontrou
Deitado numa choupana.
A cabana era pequena
Não cabiam todos três,
Mesmo assim adoraram
Cada um por sua vez.
Todos eles ofereceram
Oiro, mirra e incenso,
Ele nada precisava
Porque era já imenso.
No entrementes entoavam esta cantiguinha popular de Natal, com o rapazio a fazer coro, ou a atrapalhar, conforme o sono do adiantado da hora e o monco de palmo, colhida inicialmente em Ponte de Lima:
Ó que noite de lura
Ó que noite de alegria!
Caminhando vai José
Caminhado vai Maria.
Ambos vão para Belém
Mais de noite que de dia,
Quando chegaram a Belém
Já toda a gente dormia.
– Abri-nos essas portinhas
Porteiros da agonia.
– Vinde, vinde senhora
Até ser claro o dia.
S. José foi pelo lume
S. José que fazeria?
Já a Virgem tinha parido
Era agora novo dia.
Desceu um anjo à terra
Paninhos de oiro trazia,
Tornando a subir ao céu
Cantou uma Ave-Maria.
Pai Eterno lhe perguntou
Onde estava Maria,
Maria estava bem
O menino sorria.
Até os aforismos populares fazem alusão directa, ao garantir-nos que «no dia de Natal, já o dia tem mais um saltinho de pardal», mas asseguram que «de Todos-os-Santos ao Natal é Inverno natural».
A noite de Natal marcava de modo determinante a vida das pessoas, pois acreditava-se nessa ocasião que se o luar fosse intenso o linho medraria imenso e a colheita seria boa. Ao invés, a noite escura prenunciava uma produção aziaga.
Também o alho recebe a protecção explícita da quadra festiva, como garante a sabedoria popular que costuma meditar à vontade nestas coisas (Minho, Beira e Trás-os-Montes):
Quem quiser bom alhal
Semeia-o pelo Natal.
Nas horas que antecediam a Missa do Galo, à volta da lareira onde o Canhoto de Natal tinha a santa função de abrasar toda a noite, brincava-se ao “rapa-tira-deixa e põe”, um jogo de pinhões, enquanto os crescidos jogavam às cartas ou lembravam os familiares e as narrativas de arrepelar os cabelos.
Noite cerrada, os sinos convocavam os fiéis para a Missa do Galo, ala que se fazia tarde para beijar a imagem do Menino Deus e uma mó de gente inspirada pelo Altíssimo a entoar:
Alegrem-se os céus e a terra
Cantemos com alegria,
Já nasceu o Deus Menino
Filho da Virgem Maria.
Em geral eram rezadas três missas de Natal, a missa do galo (meia-noite de 24 para 25 de Dezembro), a designada “missa da galinha” – logo na manhã de 25 de Dezembro – e a missa ordinária na tarde deste último dia. Quem assistisse às três liturgias recebia a graça infinita de amparo celestial e mais indulgências do Céu contra maleitas e maus-olhados.
A Santa Noite de Natal escorria beatitude, a ter dó na humanidade. Era a única do ano em que se podia andar em completo sossego na medonha escuridão, mesmo sem recurso ao santo anjo da guarda, aliviado do pavor das aparições das abantesmas, almas penadas, lobisomens ou coisas-más, conforme crença neste extraordinário prodígio nocturno arreigada em Paredes de Coura e Ponte da Barca.
Na madrugada de 25 de Dezembro, no rescaldo da festança, o Menino Jesus descia pela chaminé para deixar os presentes no sapatinho. A miudagem espertava com as galinhas, mal rompia a alva da manhãzinha, e sem conter o coração aos saltos investia a lareira à cata das modestíssimas prendas em tempos de vacas magríssimas, cotejadas com o despesismo actual, contudo inegavelmente mais preciosas.
Naquela altura o Pai Natal não existia no Minho, nem embocava chaminés adentro, nem tínhamos com ele atenção de lei e mesuras. Os presentes eram trazidos pelo Menino Jesus no dia 25 e nunca na véspera.
Ao almoço – ou jantar como então se dizia naquele torrão de sossego – do dia 25 de Dezembro comia-se a roupa velha, uma delícia feita com o sobejo da lauta consoada. Para amanhar a janta da Ceia de Natal, matava-se um soberbo galo da capoeira, preparado com arroz de pica no chão e chouriço de reco cevado a castanhas, um pitéu que suspirava no estômago.
O Natal era a festa da família, por excelência, que assistíamos de olhos esbugalhados. Época harmoniosa, sinal de mesa farta idêntica ao milagre de Caná, de molde a reconquistar as almas e o Reino de Sião a Satanás, de deslumbrante placidez supraterrestre, como se chovesse sobre todos o maná da fartura, para retemperar forças do corpo moído de pancada na canseira da labuta diária. Mais do tempo a vida era dor e provação.
Aspecto da interessada assistência da FESTA DE NATAL DE PADORNELO, que a notável Associação Cultural Recreativa e Desportiva de Padornelo levou a cabo no passado dia 19 de Dezembro de 2009, na sua sede social na Valinha, lugar desta freguesia do concelho de Paredes de Coura. Fotografia de Fernando Abílio de Sá e Silva.
Encontra-se em fase de conclusão, as obras de melhoramento na igreja de Santa Marinha. Esta igreja destina-se essencialmente a servir a comunidade como casa mortuária.
As obras de melhoramento passam por dotar o edifício de infra-estruturas essenciais, tais como mudança de piso e aquecimento, entre outras. Com vista à angariação de fundos para a conclusão das obras, a comunidade está a organizar um ramo do menino.
Por outro lado, está de volta a casa a nossa conterrânea Clara Araújo, depois de uma intervenção cirúrgica. Desejamos-lhe uma boa e rápida recuperação.
Pela catequese, referência para a ceia de catequistas das três comunidades paroquiais, Padornelo, Parada e Mozelos, que se realizou no dia 13 de Dezembro [de 2009]. Desta forma, o grupo não quis deixar em branco esta quadra natalícia.
Por fim, nota para um nascimento. Alicia Fernandes, que nasceu no dia 25 de Setembro, sete minutos depois da meia-noite, com 3,400 kg e 50 cm, é filha de Artur Rodrigues Fernandes e da padornelense de Lamarigo, Cidália Fernandes, família residente em França, na região de Versalhes. Apurámos junto dos pais que o bebé está bem de saúde, tendo já com dois meses de idade, cinco quilos e meio de peso e cinquenta e nove centímetros de altura. Parabéns aos pais e toda a sorte do mundo para a Alicia!
Ivone Barreiro
Notícia do jornal NOTÍCIAS DE COURA, edição n.º 154, de 22 de Dezembro de 2009, p. 16.
Após a emissão de um parecer positivo do Conselho Local de Acção Social (CLAS) e do Centro Distrital de Segurança Social de Viana do Castelo, foi apresentada uma candidatura ao Programa PRODER para instalação de um Centro de Actividades Ocupacionais. Esta candidatura é fruto de um acordo de parceria entre a Câmara Municipal de Paredes de Coura e a Santa Casa da Misericórdia de Paredes de Coura traduzido num contrato de comodato celebrado entre as partes.
A estrutura sócio-educativa de apoio aos jovens e cidadãos portadores de deficiência terá uma capacidade de acolhimento de 20 utentes e será implementada através do restauro e ampliação da “Casa do Juiz”, edifício emblemático situado na Rua do Dr. Albano Barreiros defronte do antigo Hospital da Misericórdia (para onde está prevista a instalação de uma Unidade de Cuidados Continuados).
A “Casa do Juiz”, propriedade municipal, após ter servido de alojamento de magistrados durante décadas, teve as mais variadas funções, chegando inclusivamente a acolher o primeiro jardim-de-infância de Paredes de Coura.
Canção vencedora do I Festival da Canção Courense, realizado em Paredes de Coura a 29 de Dezembro de 2005. Letra e música de Carla Soares Lima, de Padornelo, interpretada pelo Grupo de Jovens de Parada e Padornelo. Vídeo de Eduardo Daniel Cerqueira, que pode ser visto aqui.
No próximo sábado, dia 19 de Dezembro de 2009, às 21 horas, a Associação Cultural Recreativa e Desportiva de Padornelo vai realizar a FESTA DE NATAL DE PADORNELO, que, esperamos, vai ser mais uma feliz e interessante iniciativa das gentes desta aprazível freguesia do concelho de Paredes de Coura.
ACHARAMENTO, substantivo masculino. Porção de géneros secos que há a mais numa medida rasoirada. Termo de Monção.
ACHARAR, verbo transitivo. Ajustar a medida com a mão; medir os cereais sem o recurso ao rapão.
ACHAR-SE AO ENGANO, locução. Achar-se enganado; reconhecer que foi enganado. Usado em Melgaço.
ACHASSÓ, substantivo. Instrumento utilizado pelos cesteiros para acamar as telas do fundo. Termo de Viana do Castelo.
ACHEGADEIRA, substantivo feminino. Alcoviteira.
ACHEGADO, adjectivo. Chegado; aparentado.
ACHEGADOR [atchegadôr], substantivo masculino. Alcoviteiro.
ACHEGAR, verbo transitivo. Levar a vaca ou a égua à procriação.
ACINO, substantivo masculino. Nome que se dá às bagas pequenas, moles, mais ou menos transparentes, como as groselhas, as uvas, com sementes duras no interior; baga.
ACIPRESTE, substantivo masculino. Cipreste.
ACISMOS, substantivo masculino. Exorcismo. Termo de Melgaço.
ACIZANAR, verbo transitivo. Acirrar; importunar; atenazar. Formado a partir de atenazar, com influência de acirrar.
ACLADINHO, adjectivo. O milheiral quando o seu aspecto é mau.
ACLADO, adjectivo. O milheiral, quando o seu aspecto é prometedor.
Na próxima sexta-feira, dia 11 de Dezembro de 2009, às 10 horas, na sede da Junta da Freguesia de Padornelo, com a colaboração do posto da GNR de Paredes de Coura, vai realizar-se uma sessão de esclarecimento para alertar os nossos concidadãos mais idosos para as questões envolventes com a prática de burlas e as diversas técnicas e actividades dos burlões. Esta sessão reveste-se duma enorme importância.
Realiza-se hoje, segunda-feira, dia 7 de Dezembro de 2009, às 21 horas, a reunião para tratar de assuntos relacionados com o Ramo do Menino, cujos responsáveis sectoriais são os seguintes:
Angústias, Senrelas, Paradelhas e Cimo de Vila:
· Maria da Costa Pereira;
· Maria Isabel Rodrigues de Araújo;
· Silvino Adriano Barbosa da Silva;
· Manuel de Jesus Soares.
Sobreiro:
· Maria Luísa Soares da Cunha;
· Elisabete Barbosa;
· Telmo Barbosa Lourenço;
· António Lopes Peres.
Lamarigo, Tojais, Valinha e Requião:
· Ana Margarida Gomes Loureiro;
· Madalena da Costa Pereira;
· Joaquim da Cunha e Sá;
· José Fernando Fernandes Rodrigues.
7 a 11 Dezembro de 2009
8h30 às 18h00
Biblioteca Escolar da E.B. 2,3/S
Paredes de Coura
FEIRA DO LIVRO DE NATAL
E DO LIVRO USADO
· Aberta à comunidade
Adeus fonte da pedra
Que da água fez romance;
Nunca vi solteira triste
Nem casada que descanse.
Adeus casa minha
Que te hei-de mandar dourar,
De pedra em pedrinha
Para o meu amor passar.
Adeus que me vou embora,
Adeus que embora me vou.
Se queres alguma coisa
Por ora ainda aqui estou.
Adeus que me vou embora,
Adeus que embora me vou.
Vou-me embora porque quero
A mim ninguém me mandou.
Adorada das estrelas
Anda-me agora falar;
Se as estrelas te adoram
Também te hei-de adorar.
Almoço solidário rende mais de mil euros para jovem de Bico
As portas da Associação de Padornelo abriram-se para receber cerca de 120 courenses, vindos de vários pontos do concelho, que quiseram, sobretudo, contribuir para a angariação de fundos a favor do Bruno, mas, ao mesmo tempo, deliciar-se com a qualidade da ementa proposta e com o salutar convívio entre os comensais.
Juntou-se o útil ao agradável! Esta iniciativa foi a forma escolhida pela Associação para participar na onda de solidariedade que tem conseguido juntar dinheiro para que o jovem Bruno, de Bico, paraplégico na sequência de um grave acidente de mota, possa adaptar um automóvel e, consequentemente, utilizá-lo de forma segura e autónoma.
Assim sendo, a Associação serviu, no dia 22 de Novembro [de 2009], o tradicional almoço da matança, deliciando os presentes com o caldo, o cozido, o arroz, os rojões, as belouras e o arroz doce, não faltando as bebidas nem o café, tão à nossa moda.
O almoço foi preparado e servido por uma grande equipa da Associação, competente, dedicada e organizada. Alguns dos ingredientes foram recolhidos na freguesia, oferecidos por padornelenses que ainda cultivam a terra para preservar os alimentos com o verdadeiro sabor. A sala do almoço encheu-se graças à generosidade de muitos courenses.
Feitas as contas, a Associação angariou cerca de 800 euros com esta iniciativa, correspondentes a metade do valor das inscrições do almoço. No entanto, houve outros donativos, alguns dados por pessoas que até nem participaram no almoço, mas que enviaram as suas ofertas através de elementos da Associação. Assim sendo, o valor conseguido rondou os 1200 euros.
Um bem-haja a todos os que fizeram deste evento um sucesso e que tudo corra bem ao Bruno, é o que todos desejam!
Ivone Barreiro
Notícia do jornal NOTÍCIAS DE COURA, edição n.º 153, de 1 de Dezembro de 2009, p. 15.
http://www.noticiasdecoura.com/index.php?pag=noticia_detalhes&recordID=3789
ANGARIAÇÃO DE FUNDOS PARA ADAPTAÇÃO DE VEÍCULO A FAVOR DE
BRUNO PEREIRA
Domingo
6 de Dezembro de 2009
Paredes de Coura
RAID DO BRUNO
· Concentração junto da Escola Secundária de Paredes de Coura
· 9 horas
ALMOÇO CONVÍVIO
· Escola Secundária de Paredes de Coura
· 12 horas