Blogue acerca da terra, das pessoas, dos costumes e da História de PADORNELO, freguesia do concelho de Paredes de Coura, distrito de Viana do Castelo, publicado por JOFRE DE LIMA MONTEIRO ALVES.

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Quarta-feira, 1 de Julho de 2009

OS VIGARISTAS VISITARAM A NOSSA FREGUESIA

    Foi no passado dia 22 deste mês de Junho [de 2009], pelas 13 horas, que dois homens aparentando trinta anos, muito bem vestidos, com um bonito carro e muito bem-falantes foram visitar o senhor José Alves, “Zeca das Caseiras”, morador no lugar de Paradelhas desta freguesia.
 
    Fui ao encontro do senhor Zeca mas não estava em casa; mas encontrei o sr. Albano Fernandes, o “Bano da Lapa”, que estando os dois sentados à sombra da casa do senhor Zeca assistiu a tudo.
 
    Começou por me dizer: «Parou um carro à beira do portão, o condutor ficou dentro do carro e o outro ocupante saiu e chamou ao portão e perguntou: “É aqui que mora o senhor José Alves?” o Zeca respondeu que sim».
 
    «Então dava uma chegada aqui fora à estrada que nós precisamos falar com o senhor? O Zé não hesitou, abriu a porta e foi conversar com os dois e eu continuei sentada à sombra; longe de mim tal ideia de que ali estavam dois ladrões!»
 
    «Começaram por lhe dizer que eram da Assistência Social. O que estava ao volante era tratado por doutor e o outro que estava fora, era Técnico da Assistência. Cumprimentaram o Zeca, perguntaram-lhe pela saúde, os remédios que tomava, se a reforma para as suas despesas, etc… Eu até mais das coisas nem as ouvi. Sei que o técnico ia anotando tudo numa folha».
 
    «Depois pegou numa nota de cinquenta euros, mostrou-a ao Zeca e disse-lhe: “Sr. José, sabia que estas notas vão acabar?” O Zeca respondeu que não sabia. “Veja lá se tem por aí algum dinheiro deste que depois fica-lhe sem validade”. O Zeca respondeu-lhe “Só Vendo” e entrou para dentro do portão só que o falso técnico também acompanhou».
 
    «O homem chegou à minha beira, cumprimentou-me, perguntou-me o nome e depois disse: “Sr. Albano, dê uma chegada acolá ao sr. Doutor que ele gostaria de falar consigo”. Enquanto o Zeca foi a um barracão buscar o dinheiro que tinha escondido, eu na boa fé, lá fui falar como o Doutor, que me cumprimentou, perguntou pela minha saúde; se a reforma ia dando para as minhas despesas e começou a dar a volta ao carro».
 
    «A minha conversa com ele durou muito pouco tempo, porque o Zeca deu logo uns gritos muito fortes a dizer: “Acudam! Estou roubado!”. Qual não foi o meu espanto ao ver sair o falso técnico, com toda a velocidade para fora do portão. Entrou rápido no carro, com algo nas mãos que nem me apercebi e o falso médico foi só acelerar».
 
    «Chegou o Zeca aos gritos – coitado – dizendo que o tinha deitado no chão dentro da cozinha e que lhe levou a lata com mais de trezentos contos, em moeda antiga. Imediatamente apareceram alguns vizinhos. Uma delas até foi a dr.ª veterinária que disse ir atrás deles. Para onde foram não se sabe, pois ninguém mais os viu!»
 
    «Ligou-se à GNR que apareceu ali de imediato mas também nada pôde fazer a não ser tomar conta da ocorrência».
 
    E foi assim que lá se foram as poupanças do sr. Zeca. Sabe-se lá de quanto tempo. Quantas vezes a Comunicação Social tem alertado as pessoas para não caírem nesta vigarice. Daqui faço o meu apelo principalmente aos mais novos para alertarem os mais velhos, pois muitos deles não sabem ler e esses são presas mais fáceis.
 
Ilídio Dantas
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publicado por Jofre de Lima Monteiro Alves às 21:14
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