Blogue acerca da terra, das pessoas, dos costumes e da História de PADORNELO, freguesia do concelho de Paredes de Coura, distrito de Viana do Castelo, publicado por JOFRE DE LIMA MONTEIRO ALVES.

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Segunda-feira, 3 de Abril de 2006

Padornelo tem o mesmo presidente de junta desde o 25 de Abril

cravo.jpg 

 

"Quanto mais faço, mais vontade tenho de fazer".

 

    Amâncio Barbosa Lourenço é presidente da Junta de Freguesia de Padornelo, Paredes de Coura, desde o 25 de Abril de 1974, o que o transforma num dos maiores "dinossauros" do poder autárquico em Portugal.

 
     Tem 63 anos de idade, começou por liderar a Comissão Administrativa da freguesia entre 1974 e 1976, mandatado em plenário pelo povo, e a partir daí "submeteu-se" a nove actos eleitorais, conquistando em todos eles "confortáveis" maiorias absolutas.

 

    Mas a estabilidade governativa de Padornelo não se restringe ao presidente, já que, ao longo de 32 anos a freguesia também conheceu apenas dois secretários e três tesoureiros.

 

"Se tivesse encontrado uma pessoa capaz e com tempo e vontade de trabalhar pela freguesia, já tinha deixado a Junta há muito. Mas como não consigo encontrar essa pessoa, cá vou continuando", sublinha.

 

    Nascido a 3 de Março de 1943, o "presidente" de Padornelo cumpriu o serviço militar no Ultramar, mais concretamente em Angola, onde foi atingido por uma granada anti-pessoal que lhe cortou uma artéria de uma perna e que o atirou para uma reforma precoce.

 

"Fiquei com todo o tempo do mundo para mim, e, se calhar, foi isso que me empurrou para a Junta de Freguesia", recorda.

 

    Diz, com humor, que, quando foi nomeado para liderar a comissão administrativa da freguesia foi uma "carga de trabalhos" para convencer o presidente de junta cessante a abandonar o lugar, o que só foi conseguido "à força".

 

    Mesmo assim, e antes de ser saneado, ainda teve tempo de escrever um ofício à Junta de Urbanização, informando que já não havia mais nada a fazer na freguesia e que, por isso, os 120 contos que Padornelo tinha para receber poderiam reverter em favor das Forças Armadas.

 

"Até deu vontade de rir. A freguesia estava um caos e ele a dizer que não era preciso fazer mais nada. A intenção era boicotar a acção dos novos responsáveis, mas não teve sorte, porque nós explicámos tudo à Junta de Urbanização e ficámos com o dinheiro", conta Amâncio Lourenço.

 

    O mais curioso é que, poucos anos depois, o presidente destituído queria que a Junta "lhe pusesse à disposição" a verba necessária para alargar o caminho que dava para a casa dele.

 

    É com alguma saudade de Amâncio Lourenço recorda os primeiros tempos em que esteve à frente dos destinos da freguesia, já que, nessa altura, era a própria população que colaborava, com o seu trabalho, nas obras públicas, enquanto que agora "não só não colabora, como cria mil e um entraves".

 

"Quantas vezes andei eu, de noite, de petromax na mão, a alumiar os populares que participavam na abertura de um caminho ou na demolição de um muro", diz.

 

460 habitantes e baixa natalidade

 

    Nos tempos actuais, Amâncio Lourenço continua a pegar no tractor e a ir, ele mesmo, limpar valetas e caminhos e recolher o entulho.


    Encostada à sede do concelho, Padornelo
é uma freguesia com cerca de 460 habitantes, uma realidade resultante do facto de nascerem poucas crianças e de haver muita gente emigrada.

 

â Publicado no jornal PRIMEIRO DE JANEIRO, segunda-feira, 3 de Abril de 2006

 

Amâncio Lourenço
Amâncio Barbosa Lourenço, Presidente da Junta de Freguesia de Padornelo.

publicado por Jofre de Lima Monteiro Alves às 23:24
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2 comentários:
De Anónimo a 11 de Abril de 2006 às 05:31
Como se ve vc nao conhece bem padornelo nem as pessoas de la se nao escrevia o que escreveu a cerca do presidente da junta .Porque o presidente que esteve la antes dele foi presidente durante dois anos e sem dinheiro que foi antes do 25 de abril e consegui fazer uma estrada para o atual presidente ir a vila porque ate ai nem sabia que a vila existia pois estava isolado la no meio do monte no sobreiro ,no lugar que vc nasceu nem sabiam o que era um fontenario pois quem levou a agua para la nao foi o sr Lourenco ,apartir do 25 de abril as coisas nao foram tao dificeis venderam-se as arvores todas da alem do rio deu-se terreno para fazer casa mas nao foi so a quem precisava nunca mais faltou dinheiro nem apoio. formou-se o grupo e ate agora e so mudar as pedras mas fica tudo da mesma maneira e o presidente e os sobordinados ele durante estes anos todos que sao muitos tem feito o que quer faz as obras que quer e onde quere os sobordinados nunca perceberam nada daquilo ou e nao tem que mostrar contas a niguem ,com respeito ao ele ir trabalhar limpar baletas nao e bem assim pois o trator que ele comprou foi para isso mesmo trabalhar para o povo mas bem PAGO PORQUE ELE TB PRESISA DE VIVER.
E muito mais..............
So esperem para ver quando tiver que apresentar contas a alguem como e que vai ser ,muita gente sabe mas nao diz nada mas sabem mas como nas alturas das eleicoes comem uns petiscos vao passear de autocarro para a malafaia e outros lugares, mas niguem e cego

Manuel
</a>
(mailto:manuel170@sapo.pt)
De Jofre de Lima Monteiro Alves a 28 de Abril de 2006 às 07:00
Caro Manuel:
Agradeço ter vindo ver o meu blogue acerca de Padornelo, mas tenho que acrescentar que não fui eu que escrevi acerca do sr. Lourenço. Se reparar bem no fim do artigo e por cima da fotografia diz que o artigo foi publicado pelo jornal Primeiro de Janeiro. Eu somente transcrevi aqui no blogue, mas o artigo não é meu. Portanto aquela frase de que não «conhece bem padornelo nem as pessoas de la se nao escrevia o que escreveu a cerca do presidente da junta», não é para mim. De qualquer maneira, visite sempre este blogue e vá dizendo alguma coisinha. Obrigado.
Jofre de Lima Monteiro Alves

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